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sábado, 7 de janeiro de 2012

Vida em todos os tempos


Ele era um músico destacado. Amava a música e emocionava a todos com seus talentos. Tinha tanta alegria a oferecer. Era um prazer estar perto dele. Mas não mais. De início parecia uma dor de cabeça rotineira. Mas tornou-se mais intensa. Logo uma febre persistente surgiu. Com ela uma perda de memória— a princípio de coisas pequenas, depois de maiores. Logo ele não podia lembrar-se do nome de sua filha.
Agora toda gente sabia que Clive estava numa condição séria. Um virus parecia ter destruído seu hipocampo — aquela parte do cérebro indispensável para processar a memória. Clive não estava morrendo — pelo menos não ainda. Mas estava perdendo sua memória.
Como funciona a memória? Você se lembra da comida que comeu ontem, as pessoas com quem esteve, as coisas das quais falou. Você pode fazer tudo isso porque o hipocampo o ajuda a registrar a informação em sua memória. Mais tarde você pode reproduzir os acontecimentos. Aquela pequena área em seu cérebro do tamanho de seu polegar lhe fornece um elo com o passado, e por conseguinte, significado para o presente e um propósito para o futuro.
Clive perdeu esta capacidade inteiramente. Não mais podia lembrar seu passado. Ele vive no presente, à deriva. Sua consciência é de momento para momento, sem grande significado. Ele se senta no seu quarto, com um pacote de cartas e um diário. Joga sozinho um jogo de paciência. Ocasionalmente ele olha para seu relógio e registra a hora no seu diário e escreve “Estou agora acordado pela primeira vez.” Sempre que sua mulher entra no quarto, ele a saúda como um amor há muito perdido, com abraços e beijos e lhe diz: “Nunca a vi antes. Essa é a primeira vez que estou vendo uma pessoa”.
Seus amigos dos dias quando era diretor de coral vêm visitá-lo. Sua mulher o leva para a sala de música. Ele protesta que nunca tocou música alguma, e que não sabe ler música. Mas ela o encoraja a entrar na sala, ele cumprimenta seus amigos, senta ao piano e dirige-os enquanto toca, canta e rege a peça de Mozart “Ave Verum Corpus.” Ao cessarem os acordes daquela música grandiosa, Clive retrai-se nervosamente no seu mundo de desespero. Porque mesmo quando a música termina, ele não pode lembrar o que acaba de fazer.
O passado
Agora, considere seu próprio passado e seu caminhar com Deus. É sua memória espiritual intacta? O que torna seu passado relevante? O que faz seu presente significativo? O que torna seu futuro esperançoso?
Pode você lembrar quando decidiu seguir a Cristo? Ou quando decidiu não fazê-lo? Pode se lembrar por que o fez? Pode você lembrar-se da última vez que teve uma conversação séria com Jesus? Ou é sua experiência passada com Ele uma memória distante e fugaz?
Clive tinha feito coisas significativas em seu passado, mas não mais podia lembrá-las. Ainda podia fazer coisas que tinha aprendido. Sabia escrever e soletrar e tocar piano, mas não tinha consciência de tê-los aprendido. Não tinham um impacto duradouro em sua vida.
Aquelas coisas significantes que Deus fez por nós no passado podem ser esquecidas, ou podem ser aceitas de mão beijada. Aquelas promessas que fizemos a Deus podem apagar-se no passado e deixar de influenciar nossa vida. Aquelas coisas que você fez para o Senhor no passado podem não comovê-lo mais. Afinal, é Cristo tão real para você como quando você creu pela primeira vez? Possui você ainda o que Jesus requisitou da igreja de Éfeso — aquele primeiro amor? (Apocalipse 2:4).
O presente
Volte-se para seu presente. É sua relação com Deus uma experiência crescente em sua vida? Quão significativo é seu presente caminhar com Jesus? É uma amizade vital e vibrante, sobre a qual você está constantemente cultivando sobre o passado?
O presente de Clive é uma ronda de atividades que podem ter sentido em si mesmas, mas porque suas experiências são desligadas na memória, com efeito, são sem sentido. Muito do que ele faz é simples ritual. Será que sua vida espiritual se tornou um ritual — um ciclo sem sentido de atividades religiosas, agradáveis enquanto duram, mas das quais não sentimos falta? Não contribuem para crescimento. Pedro nos adverte: “Crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo” (II Pedro 3:18). Crescimento requer conexão com nossas raízes, renovando as decisões que fizemos por Cristo. Se vivermos sem esta conexão, ficamos congelados no passado. Nossas vidas tornam-se um absurdo.
O futuro
Que dizer do futuro? Clive não tem futuro porque não tem nem presente nem passado. Ele está condenado, por assim dizer, a repetir seu presente. Mas para nós pode ser diferente. Qualquer que tenha sido nosso passado, qualquer que tenha sido nosso presente, em Cristo há esperança para o futuro. Paulo resume isso bem: “Sendo pois justificados pela fé [passado], temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo; pelo qual, também, temos entrada [presente], pela fé, a esta graça, na qual estamos firmes, e nos gloriamos na esperança [futuro] da glória de Deus” (Romanos 5:1, 2).
Salvação alcançada no passado só vale se é continuamente renovada no presente. Precisamos manter nossa entrega no presente. Então, e só então, temos um presente que é significativo e passível de crescimento, e um futuro cheio de possibilidades infinitas.
Permaneça ligado a Cristo. O passado, o presente e o futuro vão então cooperar para tornar sua vida plena, significativa e esperançosa.
Nascido em Tobago, Austin C. Archer (Ph.D., Indiana University) ensina psicologia no Walla Walla College. 

Fonte: Blog Sétimo Dia

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

O Espírito Santo e o Trono


Como explicar o fato de que o trono apocalíptico é chamado apenas de “trono de Deus e do Cordeiro” (Apoc. 22:1 e 3), sem qualquer alusão ao Espírito Santo?
Um dos argumentos mais comuns contra a doutrina da Trindade é a alegação de que o livro do Apocalipse não apresenta qualquer alusão a um “trono” do Espírito Santo. Para entendermos essa questão, é importante considerarmos primeiro o significado do “trono” de Deus nas Escrituras. Quase todos os textos bíblicos falam desse “trono” no singular. Por exemplo, o profeta Isaías teve o privilégio de ver “o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono” (Isa. 6:1; ver também Sal. 9:7; Apoc. 4:2; 22:1 e 3; etc.). Mas, alguns textos mencionam a existência de “tronos” nas cortes celestiais, especialmente quando outros seres celestiais participam de uma sessão de julgamento. Por exemplo, o profeta Daniel diz que continuou olhando “até que foram postos uns tronos” no Céu (Dan. 7:9). Também o apóstolo João afirma ter visto em visão “tronos” sobre os quais se assentavam “aqueles aos quais foi dada autoridade de julgar” (Apoc. 20:4).
As visões e descrições de Deus assentado em Seu trono revelam, primariamente, Sua soberania e majestade sobre o Universo. Por exemplo, no Salmo 45:6, é dito: “O Teu trono, ó Deus, é para todo o sempre; cetro de eqüidade é o cetro do Teu reino.” Mas, em muitos casos, Deus Se assenta em Seu trono para julgar as nações. Um exemplo disso, é encontrado no Salmo 9:7 e 8: “Mas o Senhor permanece no Seu trono eternamente, trono que erigiu para julgar. Ele mesmo julga o mundo com justiça; administra os povos com retidão.” Outra cena judicial, já mencionada, aparece em Daniel 7:9 e 10, onde é dito que “foram postos uns tronos, e o Ancião de dias Se assentou”, e que “assentou-se o tribunal, e se abriram os livros”. Independentemente da ocasião e das circunstâncias envolvidas, a expressão “trono”, quando usada em relação a Deus, geralmente possui conotação mais funcional do que essencial.
É interessante observarmos que Cristo exerce ao mesmo tempo os ofícios sacerdotal e real em Seu trono. Já, em Zacarias 6:13, encontramos a seguinte profecia messiânica: “Ele mesmo edificará o templo do Senhor e será revestido de glória; assentar-Se-á no Seu trono, e dominará, e será sacerdote no Seu trono; e reinará perfeita união entre ambos os ofícios.” Como rei, Cristo exerce também a função de juiz. Em João 5:22, é dito: “E o Pai a ninguém julga, mas ao Filho confiou todo julgamento”. Portanto, é plenamente evidente que Cristo deva compartilhar com o Pai o trono do Universo.
O Espírito Santo, por Sua vez, exerce funções diferentes nos planos divinos. Entre elas, estão as de representar a Deus no Universo (Sal. 139:7-12), convencer os seres humanos “do pecado, da justiça e do juízo” (João 16:8), glorificar a Cristo (João 16:14), derramar “o amor de Deus” no coração dos crentes (Rom. 5:5), edificar internamente a igreja (I Cor. 12) e capacitá-la para o testemunho (Atos 1:8). Mesmo depois da final erradicação do pecado, o Espírito Santo continuará exercendo a função de Mantenedor do Universo (cf. Gên. 1:2). Não é de surpreender, por conseguinte, que Ele não seja mencionado como soberano ou juiz sobre o trono do Universo.
Alguns indivíduos não se constrangem em usar a expressão “trono de Deus e do Cordeiro” (Apoc. 22:1 e 3) para alegar que, como o Espírito Santo não aparece nesse trono, Ele não pode ser considerado uma Pessoa divina. Mas esse tipo de argumento envolve pelo menos dois problemas fundamentais: Primeiro, ele desconhece a conotação funcional da expressão “trono”, que descreve mais o status e o ofício de Deus do que Sua natureza essencial. Em segundo lugar, esse argumento está baseado em uma espécie de raciocínio generalizante, sugerindo que alguém só existe se for mencionado em todas as alusões aos demais componentes de seu grupo de pares. Neste caso, se o nome do Espírito Santo não aparece sempre que o Pai e o Filho são mencionados juntos, então, o Espírito Santo não pode ser considerado parte da Divindade.
Na Bíblia encontramos vários textos que mencionam ao mesmo tempo o Pai, o Filho e o Espírito Santo (ver Isa. 48:16; Mat. 28:19; Luc. 3:21 e 22; I Cor. 12:4-6; II Cor. 13:13; Efés. 4:4-6; Tito 3:4-7; etc.). Embora o Espírito Santo não seja mencionado explicitamente em Apocalipse 22:1 e 3 com o Pai e o Filho no trono do Universo, esse fato jamais deveria ser usado para invalidar os demais textos bíblicos que mencionam o Espírito Santo como exercendo funções distintas do Pai e do Filho.
Texto de autoria do Dr. Alberto Timm publicado na Revista do Ancião (abril – junho de 2006).

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

IASD Beruri começa o ano de 2012 com batismo


Ontem na III Igreja Adventista do Sétimo Dia em Beruri o Pr. Mário Paiva batizou três Jovens. Nara, Kelly Cristiny e Renier decidiram entregar suas vidas a Deus e começar um novo ano escrevendo na página de suas vidas uma nova história, de forma diferente da qual tinham antes e o mais importante, agora ao lado de Deus.
Nara está retornando ao lar, Kelly conheceu a pouco tempo e Renier conhecia a palavra de Deus, porém de forma diferente e em outro lugar.
Kelly está preparando um belo testemunho e, irá compartilhar conosco quinta-feira dia 06 de janeiro de 2012.
A Igreja está abraçando esses jovens, assim como um pai abraça seus filhos, com amor e carinho.
Que o Senhor Jesus seja louuvado com suas decisões.
Também houve apresentações de crianças ao Senhor e louvores a Deus.
Jesus diz: “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo”. Apocalipse 3:20
Hoje, também é o dia da sua decisão!

15 razões para continuar buscando a Deus

1. Por que não há nada demasiadamente difícil para o Senhor (Gn.18.14)
2. Por que para Deus, nada é impossível (Lc. 1.17)
 3. Por que minha oração sobe como incenso diante de Deus (Ap. 5:8; 8.3)
4. Por que Jesus cultivou uma vida de oração ao pai (Mc. 1.35; 6.46; Lc. 5.16)
5. Por que a oração é minha ajuda na hora da tentação (Mt. 26.41)
6. Por que a oração é remédio para a aflição da alma (Tg. 5.13)
7. Por que era o segredo do êxito da igreja primitiva (At.1.14)
8. Por que é o meio pelo qual a igreja alcança as suas vitórias (Mt. 18.19)
9. Por que Deus atende as orações (Ed.8.23)
10. Por que através da oração eu tenho livramento dos inimigos (2Cr 8: 31)
11. Por que Deus me orienta nas situações difíceis (Êx. 15.24,25)
12. Por que Deus me recompensa por isto (Mt. 6.6)
13. Por que ela resultará em benção no final (Gn. 32:26)
14. Por que obtemos perdão e cura (2Cr. 7:14)
15. Por que certamente encontrarei a Deus (Jr.29:13; 33.3) 

Fonte: novotempo.com

Existe salvação para gentios que jamais ouviram falar de Cristo?


Várias passagens bíblicas e declarações de Ellen White confirmam que entre os gentios existem pessoas sinceras que servam a Deus sem um conhecimento explícito da revelação bíblica. Por exemplo, o apóstolo Paulo, após asseverar que “para com Deus não há acepção de pessoas” (Rom. 2:11), esclarece: “Quando, pois, os gentios, que não têm lei, procedem, por natureza, de conformidade com a lei, não tendo lei, servem eles de lei para si mesmos” (Rom. 2:14). Mesmo não dispondo da revelação escrita, essas pessoas se demonstram obedientes às impressões do Espírito Santo sobre a própria consciência individual.
Ellen White aborda o mesmo assunto nas seguintes declarações: “O divino plano de salvação é amplo bastante para abranger o mundo todo. Deus anseia por insuflar na prostrada humanidade o fôlego da vida. E Ele não permitirá [que] fique desapontada qualquer alma que seja sincera em seu anelo de algo mais elevado e mais nobre que aquilo que o mundo possa oferecer. Constantemente está Ele enviando os Seus anjos aos que, conquanto rodeados por circunstâncias as mais desencorajadoras, oram com fé para que algum poder mais alto que eles mesmos tome posse deles, dando-lhes libertação e paz.” – Profetas e Reis, págs. 377 e 378.
“Aqueles que Cristo louva no Juízo, talvez tenham conhecido pouco de teologia, mas nutriram Seus princípios. … Há, entre os gentios, almas que servem a Deus ignorantemente, a quem a luz nunca foi levada por instrumentos humanos; todavia não perecerão. Conquanto ignorantes da lei escrita de Deus, ouviram Sua voz a falar-lhes por meio da natureza, e fizeram aquilo que a lei requeria. Suas obras testificam que o Espírito Santo lhes tocou o coração, e são reconhecidos como filhos de Deus.” – O Desejado de Todas as Nações, pág. 638.
“Onde quer que haja um impulso de amor e simpatia, onde quer que o coração se comova para abençoar e amparar os outros, é revelada a operação do Santo Espírito de Deus. Nas profundezas do paganismo os homens que não tiveram conhecimento da lei escrita de Deus, que nunca ouviram o nome de Cristo, têm sido bondosos com Seus servos, protegendo-os com o risco da própria vida. Seus atos mostram a operação de um poder divino. O Espírito Santo implantou a graça de Cristo no coração do selvagem, despertando nele a simpatia contrária à sua natureza e à sua educação. A ‘luz verdadeira, que alumia a todo homem que vem ao mundo’ (João 1:9), está-lhe brilhando na alma; e esta luz, se atendida, lhe guiará os pés para o reino de Deus.” – Parábolas de Jesus, pág.385.
Algumas pessoas poderiam ser tentadas a imaginar que, se “o divino plano de salvação é amplo bastante para abranger o mundo todo” (inclusive os gentios), então não haveria mais necessidade de se pregar o evangelho, pois as pessoas sinceras seriam salvas independentemente de conhecerem ou não o plano da redenção. Mas essa suposição não é aceitável, uma vez que a ignorância da verdade é contrária aos propósitos divinos, e a proclamação do evangelho não se restringe apenas àqueles que já são sinceros.
Vários textos bíblicos enfatizam a necessidade de se conhecer e proclamar a verdade bíblica a todos os seres humanos. Por exemplo, Mateus 4:4 (cf. Deut. 8:3) assevera que “não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus”. Por sua vez, João 16:13 acrescenta que a obra do “Espírito da verdade” é guiar os seguidores de Cristo “a toda a verdade”, definida como a pessoa de Cristo (João 14:6) e a palavra de Deus (João 17:17).
Conseqüentemente, o mesmo Espírito da verdade também capacita os genuínos cristãos a ensinarem os novos “discípulos de todas as nações” a “guardar todas as coisas” que Cristo ordenou (Mat. 28:18-20).
A promessa bíblica é que finalmente “a terra se encherá do conhecimento da glória do Senhor, como as águas cobrem o mar” (Hab. 2:14; ver também Isa. 11:9; Efés. 4:11-14). Enquanto essa plenitude de conhecimento não for atingida, Deus continuará usando instrumentalidades humanas imbuídas pelo poder do Seu Espírito na missão de compartilhar o evangelho a toda criatura sobre a face da Terra. O Espírito Santo, cuja missão é convencer “o mundo do pecado, da justiça e do juízo” (João 16:8), atua mesmo na consciência daqueles que não tiveram a oportunidade de ouvir as boas-novas da salvação em Cristo. Os que vivem em conformidade com a luz da verdade a que tiveram acesso, ainda que esse conhecimento seja incipiente, não serão desapontados. Eles serão súditos do reino eterno.
Texto de autoria do Dr. Alberto Timm, publicado na Revista do Ancião (julho – setembro de 2004).

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Igreja Adventista do Sétimo Dia comemora o ano novo com vigilia


A IV IASD em Beruri nesse último sábado comemorou a passagem e a chegada do novo ano com um pôr-do-sol e uma vigília, pois de acordo com a Bíblia  o ano novo começou no pôr-do-sol de sábado “...duma tarde a outra tarde, celebrareis o vosso sábado”. (levítico23:32) .
Todos participaram fazendo seus agradecimentos e pedidos de oração, inclusive as crianças agradeceram a Deus incluindo seus desejos para o ano de 2012.
A vigilia contou com muita música e oração. O momento do poder foi dinâmico e também com surpresa agradáveis, onde Kelly Cristiny candidata ao batismo dirigiu uma das orações.
As crianças apresentaram versículos bíblicos diferentes, cada um contendo maravilhosas promessas, pedidos e agradecimentos a Deus e, logo após a apresentação dos versos as mesmas cantaram o hino “Lâmpada para os meus pés” mostrando a Bíblia como a nossa lâmpada e nossa luz, para iluminar e guiar nosso caminho.