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terça-feira, 29 de novembro de 2011

Repreenderei o Devorador


Por vossa causa, repreenderei o devorador, para que não vos consuma o fruto da terra; a vossa vide no campo não será estéril, diz o Senhor dos Exércitos. Malaquias 3:11

Fidelidade não é medida apenas por palavras, mas principalmente por atos. A fidelidade, assim como a temperança, não abrange apenas um aspecto de nossa vida, mas toda ela. Quando somos fiéis a Deus devolvendo-lhe o dízimo e descansando no santo sábado, também conseguimos ser fiéis ao cônjuge, aos nossos compromissos e às pessoas que nos cercam.

Quantas vezes temos roubado alguns minutos de Deus fazendo tarefas após o horário do pôr do sol! Acabamos por nos atrasar para chegar em casa no horário, ou nos atrasamos ao arrumar alguma coisa em casa já em horas sabáticas.

Esta história conteceu na década de 70, na propriedade de meu pai, em São Borja, onde eu cuidava de 300 hectares de terra, e também de gado e ovelhas. Na lavoura, eram plantados trigo, milho, sorgo, arroz, linhaça e soja. Todos no tempo e na época devidos.

Em uma área de mais ou menos 18 hectares, plantei uma lavoura de soja, separada das demais, para mim. Era, mês de fevereiro, e a igreja de São Borja iria acampar em nossa propriedade. Nesse dia, o irmão Ilo Weber percebeu que a lavoura estava infestada de lagartas devoradoras. Como não era possível aplicar inseticida naquele dia, por estarem próximas as horas sabáticas, simplesmente disse a ele: “Deus proverá.” No culto do pôr do sol e no sábado, os irmãos presentes ao acampamento oraram pela lavoura.

Passou o sábado e, no domingo pela manhã, fomos com o irmão Ilo ver o que havia sobrado da lavoura. Vimos as lagartas todas esbranquiçadas e mortas, grudadas na parte inferior das folhas. Na época da colheita, como prova de gratidão, atendendo a solicitação do pastor Edson Pereira Gomes, tesoureiro do IACS na época, doamos ao educandário várias sacas de soja.

Realmente Deus operou um milagre na lavoura de soja. Louvado seja Seu nome! Vale a pena ser fiel.

Elmiro Oliveira Pereira
Associação Sul-Riograndense (USB)

Meditações para o Pôr do Sol – Adorando ao Entardecer – Ministério de Mordomia Cristã da Divisão Sul- Americana

Fonte: novo tempo

Coração Transformado


“Todos os que creram estavam juntos e tinham tudo em comum.” Atos 2:44.

Gleice Xavier tem 25 anos e é formada em Administração de Empresas. Ela é casada com um pastor. No início do ministério de seu marido, sentiu-se ansiosa quanto a sua vida profissional. Mudanças de cidade e até de estado são muito comuns na vida dos pastores. Isso tornaria mais difícil a consolidação da carreira profissional de Gleice.

Logo que se casou, ela passou um ano desempregada. E, quando estava prestes a conseguir uma ótima oportunidade numa instituição bancária, seu esposo foi transferido para o distrito de Santa Cruz do Capibaribe Pernambuco. Decidiu estudar e tentar concurso público. Fez a inscrição no concurso do estado na área de educação. Ela passou em terceiro lugar, porém só havia duas vagas na sua área. Ela questionou a Deus sobre essa desilusão.

Gleice ficou muito triste, mas continuou procurando emprego. Foi chamada para uma entrevista ao cargo de gerente de Recursos Humanos. Tudo ia muito bem durante a entrevista até o momento em que ela falou que não poderia trabalhar no sábado. Saiu da sala muito desanimada, pois sabia que dificilmente lhe chamariam para assumir o cargo. Então, mais uma vez ela perguntou a Deus por que estava acontecendo aquilo em sua vida. Nesse momento, Deus falou à sua mente da seguinte forma: “Para quê você quer este emprego? Você quer trabalhar para ter mais ou para ajudar mais”?

Naquele momento, Gleice entendeu que seu coração era egoísta e que ela queria trabalhar apenas para ter condições de satisfazer seus desejos. Então, fez um pacto com Deus: disse que, se conseguisse o emprego, além do dízimo, daria 10% de oferta. Ela não queria barganhar com Deus, apenas entendeu, naquele momento, que os dízimos e as ofertas seriam os remédios utilizados por Deus para curar seu coração egoísta.
No dia seguinte, recebeu a ligação da empresa em que havia feito a entrevista. Mais uma vez insistiram para que ela trabalhasse no sábado e mais uma vez disse que não poderia. Desligaram o telefone. Minutos depois, ligaram novamente, dessa vez chamando-a para iniciar o trabalho no dia seguinte.

Gleice ficou muito feliz e louvou a Deus, mas Ele ainda queria abençoá-la mais. Depois de uma semana de trabalho, foi chamada para outra entrevista, agora numa instituição de ensino superior. Foi imediatamente contratada para assumir o cargo de coordenadora do curso de Administração. Ela trabalharia de segunda a quinta, ganhando o dobro do salário que iria receber como gerente de Recursos Humanos e com uma carga horária em que era possível conciliar os dois empregos.

Tudo havia se encaixado perfeitamente, quando Gleice recebeu a notícia de que seu esposo seria transferido para a cidade de Petrolina. Ele só havia passado dois anos em Santa Cruz do Capibaribe. Seu dilema começou novamente, pois ficou desempregada. Foi quando recebeu um telegrama convocando-lhe para tomar posse do concurso em que havia sido aprovada há dois anos. Ela não podia assumir, pois ainda não poderia transferir o vínculo para Petrolina. Então, perdeu o vínculo de servidora pública estadual. E mais uma vez perguntou: “Por quê?” Dessa vez, entretanto, olhou para trás e viu o que Deus já havia feito em sua vida. Então decidiu confiar e fazer um novo pacto com Deus. Disse assim: “Senhor, eu sei que não vou conseguir um emprego tão bom como o que eu tinha. Mas, se Tu me abençoares com uma nova oportunidade de trabalho, eu passarei minhas ofertas de 10% para 20%.”

De forma miraculosa, poucos dias depois de renovar seu pacto com Deus, Gleice recebeu uma proposta de emprego como diretora administrativa, no qual receberia o dobro do salário que recebia em Santa Cruz do Capibaribe. Mais uma vez louvou a Deus, não só porque Ele lhe concedeu um bom emprego, mas porque continuou libertando seu coração do egoísmo, por meio dos dízimos e das ofertas.

Gleice Xavier – Missão Nordeste (Uneb)

Meditação do Por Do Sol 2011