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sábado, 9 de junho de 2012

Esperando a volta de Jesus sem excitação


“Então, os que estavam reunidos Lhe perguntaram: Senhor, será este o tempo em que restaures o reino a Israel? Respondeu-lhes: Não vos compete conhecer tempos ou épocas que o Pai reservou pela Sua exclusiva autoridade.” Atos 1:6 e 7
Os discípulos estavam ansiosos por saber o tempo exato da revelação do reino de Deus, mas Jesus lhes disse que eles não podiam saber os tempos e as estações, pois o Pai não os revelou. Compreender quando o reino de Deus devia ser restaurado não era a coisa mais importante para eles saberem. Eles deviam se encontrar seguindo o Mestre, orando, esperando, vigiando e trabalhando. Deviam ser perante o mundo, representantes do caráter de Cristo. O que era essencial para uma bem-sucedida experiência cristã nos dias dos discípulos é essencial em nosso tempo. "Respondeu-lhes: Não vos compete conhecer tempos ou épocas que o Pai reservou pela Sua exclusiva autoridade; mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo." E depois que o Espírito viesse sobre eles, que deviam eles fazer? "E sereis Minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da Terra" (Atos 1:7 e 8).
Esta é a obra em que nós também devemos nos empenhar. Em vez de viver na expectativa de algum tempo especial de excitação, cumpre-nos aproveitar sabiamente as oportunidades presentes, fazendo o que deve ser feito para que almas sejam salvas. Em lugar de exaurir as energias de nossa mente em especulações quanto aos tempos e às estações que o Senhor estabeleceu por Seu próprio poder e reteve dos homens, nós mesmos devemos render-nos ao domínio do Espírito Santo e cumprir os deveres atuais, dar o pão da vida, não adulterado com opiniões humanas, às almas que estão perecendo pela verdade.
Satanás está sempre pronto a encher a mente com teorias e cálculos que desviam homens da verdade presente e os inabilitam para dar a mensagem do terceiro anjo ao mundo. Nossa tarefa se mostra resumida em São Mateus 28: 19, 20: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século”.
Pr. Jair Góes
Departamental - UCOB

Fonte: A missao

domingo, 15 de abril de 2012

É só um pouco mais


“Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em Mim. Na casa de Meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, Eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar.” João 14:1-3
Ao ligar a televisão e ver os principais noticiários nestes últimos dias, fiquei tremendamente impressionado com as constantes notícias tristes que estão acontecendo em todos os cantos e recantos deste mundo globalizado.
Só para recordarmos um pouco: enchentes em várias cidades com mortes e um número enorme de desabrigados; relâmpagos que ultimamente tem atingido muitas pessoas; violência doméstica resultando em lares desestruturados; abuso de poder, principalmente vindo daqueles que deveriam nos dar proteção e segurança; falsos taxistas que estupram seus passageiros; e por aí vai.
Este é o mundo em que eu e você estamos inseridos. Um mundo no qual temos medo de sair de casa, andamos com os vidros do carro fechados, um mundo que temos medo de receber alguém em casa, etc.
Sabe, estou cansado deste mundo onde as pessoas estão cada dia mais egoístas, amantes dos prazeres. Estou cansado de viver em um mundo onde o amor ao próximo não existe mais. Um mundo onde para alguns a vida vale menos do que R$ 1,00.
Fiquei impressionado ao perceber que no mundo todo as pessoas estão vivendo com medo do amanhã. E neste, caso a televisão tem sido um importante meio de propaganda do inimigo. Com suas notícias trágicas ou de crises nacionais, ele vem passar a idéia de que não temos esperança em ninguém e em lugar nenhum, que estamos totalmente perdidos.
Mas mesmo em meio a tanta desilusão, quero dar-lhes uma boa notícia. Nem tudo está perdido, pois a Equipe de Resgate já está a caminho! Miguel e Seus anjos estão prontos para nos tirar deste mundo de trevas, trazer de volta nossos entes queridos, renovar nossa esperança, e sim, poderemos viver em paz e segurança para todo sempre!
"A dor não pode existir na atmosfera do Céu. Ali não mais haverá lágrimas, cortejos fúnebres, manifestações de pesar. “Não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor… porque já as primeiras coisas são passadas.” (Ap 21:4) “E morador nenhum dirá: Enfermo estou; porque o povo que habitar nela será absorvido da sua iniqüidade.” (Is 33:249" GC, 676
Que promessa maravilhosa! Dentro em breve, só um pouquinho mais de tempo, poderemos gozar das alegrias celestes. No entanto, se somos portadores dessa bendita esperança, não poderemos ficar calados. Vamos agir como os leprosos nos dias do profeta Eliseu, em que abundava grande fome em Samaria. "Então disseram uns para os outros: 'Não fazemos bem; este é dia de boas-novas, e nos calamos? Vamos e anunciemos ao rei." (II Rs 7:9)
Vamos soar bem alto que, embora este mundo tenha realmente muita dor, sofrimento, misérias, guerras, enfim, tudo isso irá acabar. Jesus virá nos buscar e que alegria será vivermos lado a lado com pessoas que levamos a Cristo!
"O grande conflito terminou. Pecado e pecadores não mais existem. O Universo inteiro está purificado. Uma única palpitação de harmonioso júbilo vibra por toda a vasta criação. DAquele que tudo criou emanam vida, luz e alegria por todos os domínios do espaço infinito. Desde o minúsculo átomo até ao maior dos mundos, todas as coisas, animadas e inanimadas, em sua serena beleza e perfeito gozo, declaram que Deus é amor." GC, 678
É só um pouco mais de tempo e Jesus virá buscá-lo! Creia nisso e pregue essa mensagem!
Pr. Adeilton Carlos Silva
Associação Paulista do Vale - UCB
Fonte: A missão

quarta-feira, 14 de março de 2012

Meu Senhor tarda em vir


“Bem-aventurados aqueles servos, os quais, quando o Senhor vier, achar vigiando! Em verdade vos digo que se cingirá, e os fará assentar à mesa e, chegando-se, os servirá.” Lucas 12:37
“O meu senhor tarda em vir”: Esta declaração que foi dita pelo servo negligente, faz parte de uma parábola na qual Jesus enaltece a virtude da vigilância. Três vezes Jesus pronuncia uma bem-aventurança sobre os servos que forem encontrados vigilantes: “Bem-aventurados aqueles servo, os quais, quando o Senhor vier, achar vigiando!” (Lc 12:37, 38, 43).
Jesus usa o plural tanto no verso 36, como no 37, porque louvado seja Deus, sempre houve e sempre haverá servos vigilantes que “esperam pelo seu Senhor”. Não são como aquelas dez virgens que adormeceram enquanto aguardavam o aparecimento do noivo. Os servos vigilantes estão no posto do dever dia e noite. Absolutamente não querem ser tomados de surpresa. Sabem que não basta vigiar uma hora ou duas. Precisam estar alerta, a noite toda, se preciso for.
O “bom servo”, sobre o qual uma bênção é pronunciada, é movido não só pelo sentimento do dever: “preciso estar vigiando quando voltar meu Senhor”; mas é movido pelo sentimento de amor: “eu quero estar pronto quando meu Senhor voltar”.
Eu O amo e de modo algum quero desapontá-Lo. Fosse apenas o sentimento do dever que o animasse, as horas de espera pareceriam longas e penosas. Mas porque ama a seu Senhor, nenhum sacrifício lhe parece demasiado grande.
Como outrora para Jacó, os anos de espera por Raquel “lhe pareceram poucos dias, pelo muito que a amava” (Gn 29:20), assim para o servo que ama seu Senhor, as horas lhe passam rapidamente. Está de tal modo ocupado com os preparativos, que não percebe as horas escoar. É o servo ocioso que conta as horas e para quem a espera parece interminável.

O fato de o senhor encontrar os servos vigiando, apesar do adiantado da hora, é considerado tão extraordinário que o Senhor, em vez de assentar-se à mesa para ser servido, cinge-Se, faz os servidores assentarem-se à mesa e os serve. Os servos são tratados como senhores, pelo simples fato de serem vigilantes. Isso indica como a virtude da vigilância é de alto valor aos olhos do Mestre.
Em Lucas 12:40, Jesus relaciona a parábola com Sua segunda vinda: “Ficai também vós apercebidos, porque à hora que não cuidais, o Filho do homem virá”. Dos evangelistas, Lucas é o que mais se preocupa com o problema da demora da vinda do Senhor. Era um problema que começava afligir aqueles que, havia mais de trinta anos, aguardavam a vinda de Cristo em glória.
Foi antecipando este estado de coisas na igreja, quando a verdade da segunda vinda estava sendo posta em dúvida por muitos, por uns de modo tímido e velado e por outros de modo ostensivo e zombeteiro, que Jesus pronunciou esta e outras parábolas, enfatizando a necessidade de vigiar e orar.
Caro colega, você faz parte do grupo dos servos vigilantes?
Pr. Adilson Miranda
Secretário e Ministerial da MTO - UCOB
Fonte: A missao

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Por que Devo Pregar o Evangelho?

Paulo diz, em Romanos 2:14-16, que os gentios serão julgados por aquilo que a consciência lhes disse. E que eles “servem de lei para si mesmos” (Rm 2:14). Então, por que pregar o Evangelho às pessoas? Precisariam um indígena, um pagão africano ou um budista, por exemplo, ouvir o evangelho para ser salvo?

Essa é uma questão que intriga muitos cristãos. Mas, com base na Bíblia, podemos ver pelo menos dez razões para cumprir o “Ide” de Cristo. Devo pregar o Evangelho porque:

1. Cristo ordenou. “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” (Mt 28:19). Uma vez que Ele mandou, deve haver razões para isso. Do contrário, Ele não teria mandado.

2. Contribui para a minha própria salvação. “Assim, pois, amados meus, como sempre obedecestes, não só na minha presença, porém, muito mais agora, na minha ausência, desenvolvei a vossa salvação com temor e tremor” (Fp 2:12), é o conselho do apóstolo Paulo. Ao pregar para os outros sobre a vida eterna, eu mesmo não desejarei ficar fora dela.

3. O Evangelho apresenta um correto conceito sobre Deus, que, acima de tudo, é amor. “Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor” (1 Jo 4:8). O conceito de um Deus que ama Suas criaturas a ponto de morrer por elas não está presente nas religiões pagãs. Mesmo entre os cristãos, muitos vêem Deus como um ser duro, juiz severo, pronto a punir pelo menor erro cometido.

4. Com a pregação do Evangelho, começa a restauração da imagem de Deus em quem o aceita: “Pois, outrora, éreis trevas, porém, agora, sois luz no Senhor; andai como filhos da luz” (Ef 5:8). “E a vós outros também que, outrora, éreis estranhos e inimigos no entendimento pelas vossas obras malignas” (Cl 1:21). Pela aceitação do Evangelho, a imagem de Deus já começa a ser restaurada no ser humano e há grande melhora na qualidade de vida de quem o aceita: canibais se tornam seres ternos e amáveis; pessoas sujas, doentes e quase sem nenhuma higiene se tornam limpas e saudáveis; o medo dos deuses e dos espíritos dá lugar à adoração a Deus pelo amor, etc.

5. A pregação do Evangelho prepara o mundo para o fim: “E será pregado este Evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim” (Mt 24:14). Obviamente, Deus não ficará como nosso refém quanto a vir ao mundo somente quando pregarmos o Evangelho. Se não o fizermos, Ele empregará outros meios e outras pessoas. O fato é que a pregação do Evangelho prepara as pessoas para os eventos finais da história deste mundo.

6. A pregação do Evangelho é a regra pela qual as pessoas conhecem o plano da salvação e podem ser salvas: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século” (Mt 28:19, 20). Um indígena ou pagão que morre sem conhecer o Evangelho será salvo ou se perderá de acordo com a luz que teve quanto ao certo e errado (Rm 2:14, 15), mas essa é a exceção ao plano normal de Deus quanto à salvação. A exceção só confirma a regra.

7. Ajuda-me a ser altruísta e a cumprir o mandamento “Amarás o teu próximo, como a ti mesmo” (Mc 12:31). O que desejo para mim (salvação, vida eterna, uma pátria celestial, reencontro com os entes queridos mortos, etc.) devo desejar também para meu semelhante.

8. Faz-me empático e parecido com Deus, o qual “deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade” (1Tm 2:4). Ao pregar, engajo-me na mesma obra salvífica de Deus. Que privilégio o dos pregadores do Evangelho!

9. Pela pregação do Evangelho, o reino de Cristo invade o reino de Satanás, limitando, e mesmo quebrando, o poder desse inimigo sobre os pecadores. “Ele nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do Seu amor” (Cl 1:13).

10. A palavra de um pecador convertido tem mais credibilidade para outro pecador do que as palavras de um anjo de Deus, pois anjos não conhecem, por experiência, as lutas, tentações e limitações de um ser humano. São os seres humanos que devem ser “embaixadores de Deus”. “De sorte que somos embaixadores em nome de Cristo, como se Deus exortasse por nosso intermédio. Em nome de Cristo, pois, rogamos que vos reconcilieis com Deus” (2Co 5:20). Também somos “carta de Cristo”: “Estando já manifestos como cartade Cristo, produzida pelo nosso ministério, escrita não com tinta, mas pelo Espírito do Deus vivente, não em tábuas de pedra, mas em tábuas de carne, isto é, nos corações” (2Co 3:3).

O papel de “embaixador” e “carta” é dado aos seres humanos, e não a anjos, que nunca pecaram.

Como está você no assunto da pregação do Evangelho? Engajado? Se não, por quê? A verdade é que Deus não tem outra boca a não ser a nossa, outros pés que não os nossos, outras mãos que não as nossas. Ele poderia pregar o Evangelho mais rapidamente e melhor por outros meios, mas Ele prefere contar com você.

Por Ozeas C. Moura, doutor em Teologia Bíblica e professor de teologia no Salt/Unasp, Campus Engenheiro Coelho, SP. 

Fonte:  Blog Sétimo Dia