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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

"FESTA NO CÉU"

"Haverá uma festa no céu, quando você se entregar, Cristo vai te ampará quando você voltar. Então porque não se arrepender Cristo hoje chama você, erga sua voz em oração, só basta lhe pedir perdão"...
                         
Essa frase é da música de Jeferson Pillar, cantada na noite de quinta-feira 24/11/2011 interpretada por Odemiro Azevedo, Rdo Marcos (Bukinho) e Ronison Luna.

A música representa bem a festa que aconteceu na 3 Igreja Adventista do Sétimo Dia em Beruri. Pois, quando um pecador se arrepende, o céu fica em festa. Mas, a festa é maior ainda quando o filho pródigo ao lar retorna.

Esse é o caso de Ronison Luna, que depois de quase 15 anos afastado decidiu voltar ao braços do Pai. Hoje a família Luna está comemorando, pois esta é a prova de que Deus ouve a oração de seus filhos. Sua mãe, a Dona Celina Luna, nunca desistiu de seu filho e todas as noite intercedia pelo mesmo junto a Deus. 

D. Celina Luna e seu filho Ronison Luna
"Nunca perdi a esperança e sempre orava por ele. Agora pra minha família ficar completa e a felicidade ser maior, só falta a minha nora Kelly Cristiny também tomar sua decisão". (Celina Luna, matriarca da família).

A decisão de Ronison Luna aconteceu por intermédio de estudos bíblicos, sites e blogs adventistas como: o tempo final, novo tempo, diario da profecia, é tempo de ver Jesus, evidencias profeticas, entre outros.
 
Em umas das postagens do blog o tempo final editada por Felipe Reis lhe chamou a atenção e também contribuiu para a sua decisão. Com isso percebemos o quanto Deus tem usado pessoas de forma poderosa para levar o evagelho e ajudar as pessoas em suas decisões.

A Igreja Adventista do Sétimo Dia em Beruri, está feliz pelo retorno de Ronison Luna, pelo bastismo de Margarete Paiva e dos demais batizados que foi realizado nesta noite de quinta-feira.

 E já animados também para o próximo batismo, pois canditatos já tem.

Joves e juvenis do grupo de Desbravadore "Guerreiros da Fé" da IV IASD em Beruri


 O batismo foi ministrado pelo Pastor Enoque Reis (Diretor do Dep. Jovem da ACEAM) que veio direto de Manaus-Am juntamente com o Pastor deste distrito Mário Paiva Júnior. 

Também se fizeram presentes os Anciãos das demais IASD em Beruri e os famíliares dos batizados.

Odemiro cantor Adventista cantando "festa no céu"

Ronison Luna e seu instrutor bíblico
e  Ancião da II IASD em Beruri Fco Müller Monteiro





Rdo Marcos (Bukinho) cantor e compositor tocado
a música "festa no céu"
Tecladista Ronison Luna tocando "Festa no céu" 



                     

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

NÃO FAÇA ISSO COM SEUS FILHOS!

Nenhum pai ou mãe quer filhos problemáticos. Detalhes pequenos, porém, podem fazer toda a diferença!

Cuidado! As sete atitudes abaixo relacionadas poderão fazer de seu filho um delinquente:

1. Comece na infância a dar ao seu filho tudo que ele quiser. Assim, quando crescer, acreditará que o mundo tem obrigações de lhe dar tudo o que deseja.

2. Quando ele disser nome feio, ache graça. Isto o fará considerar-se interessante.

3. Nunca lhe dê educação religiosa. Espere que aos 21 anos, ele decida por si mesmo.

4. Satisfaça todos os seus desejos. Não lhe fruste e apanhe tudo o que ele deixar jogado: livros, sapatos, roupas…

5. Discuta com freqüência na frente dele e tome partido dele contra vizinhos, professores e policiais. Quando se meter em alguma encrenca séria, dê esta desculpa: “Nunca consegui dominá-lo”.

6. Nunca deixe ganhar o seu próprio dinheiro. Por que terá ele que passar pelas mesmas dificuldades que você passou?

7. Prepare-se para uma vida de desgosto. É a sua merecida recompensa.

Fonte: http://aultimaadvertenciaaomundo.blogspot.com/ 

Igreja Adventista Divulga Documento sobre Observância do Sábado

Brasília, DF … [ASN] Na última Comissão Diretiva Plenária da liderança sul-americana adventista foi votado um documento intitulado Observância do Sábado. O material, aprovado pelos delegados presentes, ressalta o descanso conforme a Bíblia Sagrada e aponta o entendimento da Igreja Adventista do Sétimo Dia a respeito de aspectos práticos sobre a guarda do dia. Segundo o pastor Alberto Timm, responsável pela organização do documento, foram sintetizados 21 pontos a respeito do assunto. Timm é autor do livro O Sábado na Bíblia, uma pesquisa interessante referente aos aspectos históricos e teológicos do sábado com uma linguagem acessível.

O documento, na íntegra, após revisões teológicas e gramaticais, foi divulgado nessa semana e ficou assim:

2011 – OBSERVÂNCIA DO SÁBADO

A Igreja Adventista do Sétimo Dia reconhece o sábado como sinal distintivo de lealdade a Deus (Êx 20:8-11; 31:13-17; Ez 20:12, 20), cuja observância é pertinente a todos os seres humanos em todas as épocas e lugares (Is 56:1-7; Mc 2:27). Quando Deus “descansou” no sétimo dia da semana da criação, Ele também “santificou” e “abençoou” esse dia (Gn 2:2, 3), separando-o para uso sagrado e transformando-o em um canal de bênçãos para a humanidade. Aceitando o convite para deixar de lado seus “próprios interesses” durante o sábado (Is 58:13), os filhos de Deus observam esse dia como uma importante expressão da justificação pela fé em Cristo (Hb 4:4-11).

A observância do sábado é enunciada em Isaías 58:13, 14 nos seguintes termos: “Se desviares o pé de profanar o sábado e de cuidar dos teus próprios interesses no Meu santo dia; se chamares ao sábado deleitoso e santo dia do Senhor, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, não pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falando palavras vãs, então, te deleitarás no Senhor.” Com base nesses princípios, a Divisão Sul-Americana da Igreja Adventista do Sétimo Dia reafirma neste documento seu compromisso com a fidelidade à observância do sábado.

Vida de santificação. A verdadeira observância do sábado se fundamenta em uma vida santificada pela graça de Cristo (Ez 20:12, 20); pois, “a fim de santificar o sábado, os homens precisam ser santos” (O Desejado de Todas as Nações, p. 283).

Crescimento espiritual. Como “um elo de ouro que nos une a Deus” (Testemunhos Para a Igreja, v. 6, p. 352), o sábado provê um contato mais próximo de Deus. Como tal, não devemos permitir que outras atividades, por mais nobres que sejam, enfraqueçam nossa comunhão com Deus nesse dia.

Preparação para o sábado. Antes do pôr do sol da sexta-feira (cf. Lv 23:32; Dt 16:6; Ne 13:19), as atividades seculares devem ser interrompidas (cf. Ne 13:13-22); a casa deve estar limpa e arrumada; as roupas, lavadas e passadas; os alimentos, devidamente providenciados (cf. Êx 16:22-30); e os membros da família, já prontos.

Início e término do sábado. O sábado é um dia de especial comunhão com Deus, e deve ser iniciado e terminado com breves e atrativos cultos de pôr do sol, com a participação dos membros da família. Nessas ocasiões, é oportuno cantar alguns hinos, ler uma passagem bíblica, seguida de comentários pertinentes, e expressar gratidão a Deus em oração. (Ver Testemunhos Para a Igreja, v. 6, p. 356-359.)

Pessoas sob nossa influência. O quarto mandamento do Decálogo orienta que, no sábado, todas as pessoas sob nossa influência devem ser dispensadas das atividades seculares (Êx 20:10). Isso implica os demais membros da família, bem como os empregados e hóspedes; que também sejam estimulados a observar o sábado.

Espírito de comunhão. Como dia por excelência de comunhão com Deus (Ez 20:12, 20), o sábado deve se caracterizar por um prazeroso e alegre compromisso com as prioridades espirituais, com momentos especiais de leitura da Bíblia, oração e, se possível, de contato com a natureza (cf. At 16:13). Esse compromisso deverá ser mantido na escolha dos assuntos abordados também em nossos diálogos informais com familiares e amigos.

Reuniões da igreja. Somos admoestados a não deixar “de congregar-nos, como é costume de alguns” (Hb 10:25). Portanto, as programações e atividades regulares da igreja aos sábados devem ter precedência sobre outros compromissos pessoais e sociais, mesmo que estes sejam pertinentes para o sábado.

Casamentos e festas. O convite para deixar de lado nossos “próprios interesses” no sábado (Is 58:13) indica que casamentos e festas, incluindo seus devidos preparativos, devem ser realizados fora desse período sagrado. Casamentos e algumas festas mais suntuosas não devem ser planejados para os sábados à noite, pois seus preparativos envolvem expectativas e atividades não condizentes com o espírito de comunhão com Deus.

Mídia secular. A mídia secular, em todas as suas formas, deve ser deixada de lado durante as horas do sábado, para que este, rompendo com a rotina da vida, possa ser um dia “deleitoso e santo” (Is 58:13).

Esportes e lazer. Muitas atividades esportivas e de lazer, aceitáveis durante a semana, não são condizentes com a observância do sábado, pois desviam a mente das questões espirituais (Is 58:13).

Horas de sono. A Bíblia define o sábado como dia de “repouso solene” (Êx 31:15), e não como dia de recuperar o sono atrasado da semana. Ricas bênçãos advirão de levantar cedo no sábado, dedicando esse dia ao serviço do Senhor. (Ver Conselhos Sobre a Escola Sabatina, p. 170.)

Viagens. A realização de viagens por questões de trabalho ou interesses particulares é imprópria para o sábado. Existem, porém, ocasiões excepcionais em que se torna necessário viajar no sábado para atender a algum compromisso religioso ou situações emergenciais. Sempre que possível, os devidos preparativos, incluindo a compra de passagens e o abastecimento de combustível, devem ser feitos com a devida antecedência. (Ver Testemunhos Para a Igreja, v. 6, p. 359, 360.)

Excursões e acampamentos. A realização de excursões e acampamentos pode promover a socialização cristã (cf. Sl 42:4). Mas seus organizadores e demais participantes devem chegar ao devido local antes do início do sábado e montar sua estrutura, incluindo suas barracas, de modo que o santo dia possa ser observado segundo o mandamento. Além disso, as atividades durante as horas do sábado devem ser condizentes com o espírito sagrado desse dia.

Restaurantes e alimentação. A recomendação de que o alimento deve ser provido com a devida antecedência (Êx 16:4, 5; 22-30) significa que ele deve ser comprado fora das horas do sábado, e que a frequência a restaurantes comerciais nesse dia deve ser evitada.

Medicamentos. A compra de medicamentos durante o sábado é aceitável em situações emergenciais (cf. Lc 14:5), e imprópria quando a pessoa já os necessitava, e acabou postergando sua compra para esse dia.

Estágios e práticas escolares. O quarto mandamento do Decálogo (Êx 20:8-11) desabona a realização de atividades seculares no sábado, que gerem lucro ou benefício material. Envolvidos em tais atividades estão os programas de planejamento e preparo para a vida profissional, incluindo a frequência às aulas e a participação em estágios, simpósios, seminários e palestras de cunho profissional, concursos públicos e exames seletivos. Em caso de confinamento para a prestação de exames após o término do sábado, as horas desse dia devem ser gastas em atividades espirituais.

Escolha e exercício da profissão. A estrutura da sociedade em geral nem sempre favorece a observância do sábado, e acaba disponibilizando profissões e atividades que, embora sejam dignas, dificultam essa prática. Os adventistas do sétimo dia devem escolher e exercer profissões condizentes com a devida observância do sábado. Somos advertidos de que, se alguém, “por amor ao lucro, consente em que o negócio em que tem interesses seja atendido no sábado pelo sócio incrédulo, esse alguém é tão culpado quanto o incrédulo; e tem o dever de dissolver a sociedade, por mais que perca por assim proceder” (Evangelismo, p. 245).

Instituições de serviços básicos. A orientação de não fazer “nenhum trabalho” durante o sábado (Êx 20:10) indica que os observadores do sábado devem se abster de trabalhar nesse dia, mesmo em instituições seculares de serviços básicos. Instituições denominacionais que não podem fechar aos sábados (cf. Jo 5:17), incluindo os internatos adventistas, devem ser operadas nesse dia por um grupo reduzido e em forma de rodízio.

Atividades médicas e de saúde. Existem situações emergenciais que os profissionais da saúde devem atender, com base no princípio de que “é lícito curar no sábado” (Lc 14:3). Os hospitais adventistas necessitam dos préstimos de uma equipe médica, de enfermagem e de outros serviços básicos para o funcionamento nas horas do sábado. Mas os plantões rotineiros, tanto médicos quanto de enfermagem, em hospitais não adventistas, são impróprios para as horas do sábado. (Ver Ellen G. White Estate, “Conselhos de Ellen G. White Sobre o Trabalho aos Sábados em Instituições Médicas Adventistas e Não Adventistas”, em www.centrowhite.org.br.)

Projetos assistenciais. Cristo disse que “é licito, nos sábados, fazer o bem” (Mt 12:12). Isso significa que “toda atividade secular deve ser suspensa, mas as obras de misericórdia e beneficência estão em harmonia com o propósito do Senhor. Elas não devem ser limitadas a tempo ou lugar. Aliviar os aflitos, confortar os tristes, é um trabalho de amor que faz honra ao dia de Deus” (Beneficência Social, p. 77). Portanto, é lícito nas horas sagradas do sábado visitar enfermos, viúvas e órfãos, encarcerados e compartilhar uma refeição. 

Ações sociais que podem ser realizadas em outro dia não devem tomar as sagradas horas do sábado.

Atividades missionárias. O apóstolo Paulo usava o sábado para persuadir “tanto judeus como gregos” acerca do evangelho (At 18:4, 11; cf. 17:2), demonstrando a importância de se reservar um tempo especial nesse dia para atividades missionárias. Sempre que possível, os membros da família devem participar juntos dessas atividades, para desfrutar a socialização cristã e desenvolver o gosto pelo cumprimento da missão evangelística.

Como adventistas do sétimo dia, somos convidados a seguir o exemplo de Deus ao descansar no sétimo dia da semana da criação (Gn 2:2-3; Êx 20:8-11; 31:13-17; Hb 4:4-11), de modo que o sábado seja, para cada um de nós, um sinal exterior da graça de Deus e um canal de Suas incontáveis bênçãos. [Equipe ASN, Felipe Lemos]

Fonte: 

Os anjos desde o tempo de Davi até o cativeiro babilônico






O reinado de Davi
 
A arca permaneceu na casa de Abinadabe até que Davi fosse coroado rei. Ele reuniu todos os homens escolhidos de Israel, cerca de trinta mil, e foi buscar a arca de Deus. Colocaram o móvel sagrado num carro novo, tirando-a da casa de Abinadabe. Uzá e Aiô, filhos de Abinadabe, conduziam o carro. Davi e toda a casa de Israel alegravam-se diante do Senhor através de toda sorte de instrumentos musicais. “E, chegando à eira de Nacom, estendeu Uzá a mão à arca de Deus e segurou-a, porque os bois a deixavam pender. Então, a ira do Senhor se acendeu contra Uzá, e Deus o feriu ali por esta imprudência; e morreu ali junto à arca de Deus.” 2 Samuel 6:6, 7. Uzá se enfureceu contra os bois porque estes tropeçaram. Manifestou notável desconfiança de Deus, como se Aquele que trouxera a arca da terra dos filisteus não fosse capaz de cuidar dela. Os anjos que acompanhavam a arca castigaram a impaciente presunção de Uzá, que o levou a colocar as mãos na arca. — Spiritual Gifts 4a:111.

Com o objetivo de estender suas conquistas entre as nações estrangeiras, resolveu Davi aumentar seu exército, exigindo trabalho militar de todos os que estivessem em idade conveniente. Para levar isto a efeito, tornou-se necessário fazer o censo da população. Foram o orgulho e a ambição que motivaram este ato do rei. …

O objetivo deste empreendimento era diretamente contrário aos princípios de uma teocracia. Mesmo Joabe objetou, embora sem escrúpulos como até ali se havia mostrado. … “Porém a palavra do rei prevaleceu contra Joabe.” 1 Crônicas 21:4. …

Na manhã seguinte foi levada uma mensagem a Davi, pelo profeta Gade: “Assim diz o Senhor: Escolhe para ti: ou três anos de fome, ou que três meses te consumas diante de teus adversários, e a espada de teus inimigos te alcance, ou que três dias a espada do Senhor, isto é, a peste na terra e o anjo do Senhor destruam todos os termos de Israel; vê, pois, agora”, disse o profeta, “que resposta hei de levar a quem me enviou.” 1 Crônicas 21:11, 12.

A resposta do rei foi: … “Caiamos nas mãos do Senhor, porque muitas são as Suas misericórdias; mas nas mãos dos homens não caia eu.” 2 Samuel 24:14. — Patriarcas e Profetas, 747, 748.

Rápida destruição se seguiu. Setenta mil foram mortos pela peste. Davi e os anciãos de Israel ficaram na mais profunda humilhação, lamentando diante do Senhor. Como o anjo do Senhor estava em seu caminho para destruir Jerusalém, Deus pediu-lhe que cessasse sua obra de morte. … O anjo, em vestimentas de guerra, com uma espada empunhada, e pairando sobre Jerusalém, foi mostrado a Davi e àqueles que o acompanhavam. Davi ficou terrivelmente assustado, mas clamou em desespero e compaixão por Israel. Ele rogou a Deus que salvasse as ovelhas. Em angústia, confessou: “Eu sou o que pequei e eu o que iniquamente procedi; porém estas ovelhas que fizeram? Seja, pois, a Tua mão contra mim e contra a casa de meu pai.” 2 Samuel 24:17. — The Spirit of Prophecy 1:385, 386.

O anjo destruidor detivera-se em seu caminho fora de Jerusalém. Ele ficou sobre o Monte Moriá, “na eira de Ornã, o jebuseu”. 1 Crônicas 21:18. Por indicação do profeta, Davi foi ao monte, e ali construiu um altar ao Senhor, “e ofereceu nele holocaustos e sacrifícios pacíficos, e invocou o Senhor, o qual lhe respondeu com fogo do céu sobre o altar do holocausto”. 1 Crônicas 21:26. “Assim, o Senhor Se aplacou para com a terra e cessou aquele castigo de sobre Israel.” 2 Samuel 24:25.

O local em que o altar foi construído, e que dali em diante seria para sempre considerado terra santa, foi oferecido ao rei por Ornã, como presente. Mas o rei recusou-se a recebê-lo deste modo. … “E Davi deu a Ornã por aquele lugar o peso de seiscentos siclos de ouro.” 1 Crônicas 21:25. Esse local, memorável como o sítio em que Abraão construíra o altar para oferecer seu filho, e agora consagrado por este grande livramento, foi depois escolhido como o local do templo construído por Salomão. …

Desde o início mesmo do reinado de Davi, um dos seus mais acariciados planos fora construir um templo ao Senhor. Embora não lhe tivesse sido permitido executar este desígnio, não manifestou menos zelo e fervor em prol do mesmo. — Patriarcas e Profetas, 748, 750.

O Senhor, por intermédio de Seu anjo, instruiu Davi, provendo-lhe um modelo da casa que Salomão deveria construir-Lhe. Um anjo foi comissionado para estar ao lado de Davi enquanto este escrevia, para benefício de Salomão, as importantes orientações relacionadas com os arranjos da casa. — Spiritual Gifts 4a:94.

Salomão

O coração do povo volveu-se para Salomão, conforme havia feito com Davi, de modo que em tudo obedeceu ao novo rei. O Senhor enviou Seu anjo para, em sonhos noturnos, instruir Salomão. Ele sonha que Deus está conversando com ele. “Disse-lhe Deus: Pede o que quiseres que te dê. E disse Salomão: De grande benevolência usaste Tu com Teu servo Davi, meu pai, como também ele andou contigo em verdade, e em justiça, e em retidão de coração, perante a Tua face; e guardaste-lhe esta grande beneficência e lhe deste um filho que se assentasse no seu trono, como se vê neste dia. … A Teu servo, pois, dá um coração entendido para julgar a Teu povo, para que prudentemente discirna entre o bem e o mal; porque quem poderia julgar a este Teu tão grande povo?” 1 Reis 3:5, 6, 9. — Spiritual Gifts 4a:96, 97.

Além dos querubins no topo da arca, Salomão fez dois outros anjos de grande tamanho, assentados em cada extremidade da arca, para representar os anjos celestiais que sempre guardam a lei de Deus. É impossível descrever o esplendor e beleza desse tabernáculo. Ali, tal como no tabernáculo [do deserto], a arca sagrada era preservada em solene e reverente ordem em seu lugar sob as asas dos dois querubins que permaneciam sobre o piso. — The Spirit of Prophecy 1:413.

Elias



Após sua primeira aparição diante de Acabe para transmitir-lhe os vindouros juízos de Deus diante da apostasia, do rei e de Israel, Deus dirigiu [Elias] a um lugar seguro, entre as montanhas e junto ao ribeiro de Querite, fora do poder de Jezabel. Ali Ele honrou Elias ao enviar-lhe alimento pela manhã e à tarde, utilizando um anjo do Céu. Quando o ribeiro secou, Deus enviou o profeta a uma viúva de Sarepta, operando diariamente um milagre para manter alimentados Elias e a família da viúva. — Testimonies for the Church 3:288.

Diante do rei Acabe e dos falsos profetas, e rodeado das tribos reunidas de Israel está Elias, o único que apareceu para reivindicar a honra de Jeová. Aquele a quem todo o reino tinha responsabilizado por sua carga de flagelo, está agora perante eles, aparentemente sem defesa na presença do soberano de Israel, dos profetas de Baal, dos homens de guerra e dos milhares que o rodeavam. Mas Elias não está sozinho. Acima e ao redor dele estão as forças protetoras do Céu — anjos magníficos em poder. — Profetas e Reis, 147.

Em plena luz do dia, cercado por milhares — homens de guerra, profetas de Baal e o rei de Israel — permanece o indefeso Elias, aparentemente sozinho, mas não em verdade. Os mais poderosos exércitos do Céu o circundavam. Anjos excelentes em força vieram do Céu para proteger o fiel e justo profeta. Com voz firme e decidida, Elias pergunta: “Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus, segui-O; e, se Baal, segui-o. Porém o povo lhe não respondeu nada.” 1 Reis 18:21. — Testimonies for the Church 3:280.

Enquanto Israel no Carmelo duvidava e hesitava, a voz de Elias de novo quebra o silêncio: “Só eu fiquei por profeta do Senhor, e os profetas de Baal são quatrocentos e cinqüenta homens. Dêem-se-nos, pois, dois bezerros, e eles escolham para si um dos bezerros, e o dividam em pedaços, e o ponham sobre a lenha, porém não lhe metam fogo, e eu prepararei o outro bezerro, e o porei sobre a lenha, e não lhe meterei fogo. Então, invocai o nome do vosso deus, e eu invocarei o nome do Senhor; e há de ser que o deus que responder por fogo esse será Deus.” 1 Reis 18:22-24. — Profetas e Reis, 148, 149.

Quão alegremente teria vindo Satanás, aquele que do Céu caiu como um raio, em auxílio dos que enganara e cuja mente controlara, e que fielmente se haviam devotado a seu serviço! Com muito prazer haveria enviado raios para queimarem os sacrifícios; mas Jeová estabelecera limites a Satanás. Restringira seu poder, e nem mesmo todos os seus ardis seriam capazes de acender uma única fagulha no altar de Baal. — The Review and Herald, 30 de Setembro de 1873.

Abandonou Deus a Elias em sua hora de provas? Oh, não! Ele não amava menos Seu servo quando este se sentiu abandonado de Deus e dos homens, do que quando, em resposta a sua oração, flamejou fogo do céu e iluminou o topo do monte. E agora, havendo Elias adormecido, um suave toque e delicada voz o despertou. Ele se ergue aterrorizado, como quem vai fugir, temendo que o inimigo o tivesse descoberto. Mas a face compassiva que se inclinava sobre ele não era a de um inimigo, mas de um amigo. Deus tinha enviado um anjo do Céu com alimento para Seu servo. “Levanta-te e come”, disse o anjo. “E olhou, e eis que à sua cabeceira estava um pão cozido sobre as brasas e uma botija de água.” 1 Reis 19:5, 6.

Depois de haver-se servido do alimento para si preparado, Elias deitou-se de novo e adormeceu. Pela segunda vez veio o anjo. Tocando o exausto homem, disse com terna piedade: “Levanta-te e come, porque mui comprido te será o caminho. Levantou-se, pois, e comeu, e bebeu, e, com a força daquela comida, caminhou quarenta dias e quarenta noites até Horebe, o monte de Deus” (1 Reis 19:7, 8), onde encontrou refúgio numa caverna. — Profetas e Reis, 166.

No deserto, em solidão e desencorajamento [depois de sua experiência no topo do Monte Carmelo], Elias dissera que já havia vivido bastante, e orara pedindo a morte. Mas o Senhor em Sua misericórdia não o tomara pela palavra. Grande obra havia ainda para ser feita por Elias. — Profetas e Reis, 228.

Por meio de um poderoso anjo, a palavra do Senhor veio ao profeta: “Que fazes aqui, Elias?” 1 Reis 19:9. Em amargura de alma, ele externou sua queixa: “Tenho sido muito zeloso pelo Senhor, Deus dos Exércitos, porque os filhos de Israel deixaram o Teu concerto, derribaram os Teus altares e mataram os Teus profetas à espada; e eu fiquei só, e buscam a minha vida para ma tirarem.” 1 Reis 19:10.

Pedindo ao profeta que saísse da caverna em que se encontrava escondido, o anjo lhe ordenou que ficasse em pé no monte, diante do Senhor, e ouvisse as Suas palavras. Elias obedeceu e “eis que passava o Senhor, como também um grande e forte vento, que fendia os montes e quebrava as penhas diante da face do Senhor; porém o Senhor não estava no vento; e, depois do vento, um terremoto; também o Senhor não estava no terremoto; e, depois do terremoto, um fogo; porém o Senhor não estava no fogo; e, depois do fogo, uma voz mansa e delicada. E sucedeu que, ouvindo-a Elias, envolveu o seu rosto na sua capa, e saiu para fora, e pôs-se à entrada da caverna”. 1 Reis 19:11-13. Sua petulância foi silenciada, seu espírito suavizado e subjugado. Agora ele sabia que a calma e firme confiança em Deus sempre lhe seria de ajuda em tempos de necessidade. — The Review and Herald, 23 de Outubro de 1913.

Quando Elias estava prestes a deixar Eliseu, disse-lhe: “Pede-me o que queres que te faça, antes que seja tomado de ti. E disse Eliseu: Peço-te que haja porção dobrada de teu espírito sobre mim.” 2 Reis 2:9. — Obreiros Evangélicos, 116.

“E disse [Elias]: Coisa dura pediste; se me vires quando for tomado de ti, assim se te fará. … E sucedeu que, indo eles andando e falando, eis que um carro de fogo, com cavalos de fogo, os separou um do outro; e Elias subiu ao Céu num redemoinho.

“O que vendo Eliseu, clamou: Meu pai, meu pai, carros de Israel e seus cavaleiros!” 2 Reis 2:10-12. — Educação, 60.

Eliseu

No segundo livro dos Reis lemos o modo como santos anjos vieram em missão protetora ao servo escolhido de Deus. O profeta Eliseu encontrava-se em Dotã e o rei da… [Síria] enviou cavalos e carros e uma grande multidão para prendê-lo. “E o moço do homem de Deus se levantou mui cedo e saiu, e eis que um exército tinha cercado a cidade com cavalos e carros; então, o seu moço lhe disse: Ai! meu senhor! que faremos?” 2 Reis 6:15. — Atlantic Union Gleaner, 20 de Agosto de 1902.

“Não temas”, foi a resposta do profeta, “porque mais são os que estão conosco do que os que estão com eles.” 2 Reis 6:16. E então, para que o servo pudesse conhecer isto por si mesmo, “orou Eliseu e disse: Senhor, peço-Te que lhe abras os olhos, para que veja. E o Senhor abriu os olhos do moço, e viu; e eis que o monte estava cheio de cavalos e carros de fogo, em redor de Eliseu”. 2 Reis 6:17. Entre o servo de Deus e a multidão dos inimigos armados estava um grupo circundante de anjos celestiais. Eles tinham vindo com grande poder, não para destruir, não para pedir homenagem, mas para acampar em torno e ministrar aos desajudados e fracos servos do Senhor. — Profetas e Reis, 256, 257.

Não foi dado a Eliseu seguir seu mestre num carro de fogo. Sobre ele o Senhor permitiu que viesse uma prolongada enfermidade. Durante as longas horas de sofrimento e fraqueza humana, sua fé permaneceu posta nas promessas de Deus, e ele sentiu sempre em torno de si mensageiros celestiais de conforto e paz. Como nos altos de Dotã ele vira os exércitos circundantes do Céu, os carros de fogo de Israel e seus cavaleiros, estava ele agora cônscio da presença cheia de simpatia dos anjos; e foi sustentado. — Profetas e Reis, 263, 264.

Isaías

Nos dias de Isaías a própria idolatria já não provocava surpresa. Isaías 2:8, 9. Práticas iníquas tinham-se tornado tão predominantes entre todas as classes, que os poucos que permaneciam fiéis a Deus eram não raro tentados a perder o ânimo, dando lugar ao desencorajamento e desespero. …

Tais eram os pensamentos que fervilhavam na mente de Isaías ao estar sob o pórtico do templo. Subitamente, pareceu-lhe que o portal e o véu interior do templo eram levantados ou afastados, e foi-lhe permitido olhar para dentro, sobre o santo dos santos, onde nem mesmo os pés do profeta podiam entrar. Ali surgiu ante ele a visão de Jeová assentado em Seu trono alto e sublime, enquanto o séquito de Sua glória enchia o templo. De cada lado do trono pairavam serafins, a face encoberta em adoração, enquanto ministravam perante seu Criador, e se uniam em solene invocação: “Santo, santo, santo é o Senhor dos Exércitos; toda a Terra está cheia da Sua glória.” Isaías 6:3. — Profetas e Reis, 306, 307.

Uma glória indescritível procedia do Personagem sobre o trono, e Seu séquito enchia o templo. … Querubins postavam-se a cada lado do propiciatório, como guardiões em volta do grande Rei, resplandecendo com a glória que procedia da presença de Deus. Quando seus cânticos de louvor ressoavam em profundas e sinceras notas de adoração, os pilares da porta tremiam, como que sacudidos por um terremoto. Esses seres santos cantavam o louvor e a glória de Deus com lábios incontaminados pelo pecado. O contraste entre o frágil louvor que ele [Isaías] estivera acostumado a oferecer ao Criador, e as ferventes aleluias dos serafins, espantaram e humilharam o profeta. Tivera a oportunidade, o sublime privilégio de apreciar a imaculada pureza do exaltado caráter de Jeová.

Enquanto escutava o cântico dos anjos, ao estes exclamarem: “Santo, santo, santo é o Senhor dos Exércitos; toda a Terra está cheia da Sua glória” (Isaías 6:3), a glória, o infinito poder e a insuperável majestade do Senhor passaram diante de seus olhos, e ele foi impressionado ao mais profundo da alma. À luz deste brilho incontaminado, que tornava manifesto tudo o que ele era capaz de suportar da revelação do divino caráter, sua própria impureza íntima apareceu diante dele com aterradora clareza. Até mesmo suas palavras lhe pareceram vis. — The Review and Herald, 16 de Outubro de 1888.

Os serafins habitam na presença de Jesus, mas ainda assim cobrem com as asas a face e os pés. Ao olharem para o Rei em Sua beleza, cobrem-se a si próprios. Quando Isaías viu a glória de Deus, sua alma foi prostrada ao pó. Em virtude da claríssima visão que graciosamente teve o privilégio de contemplar, ele se humilhou. Este será sempre o efeito sobre a mente humana quando os raios do Sol da Justiça brilham gloriosamente na alma. … À medida que a crescente glória de Cristo é revelada, o agente humano não verá qualquer glória em si mesmo, pois as ocultas deformidades da alma serão expostas, a exaltação e glorificação próprias serão extintas. O eu morre, e Cristo vive. — Bible Echo and Signs of the Times, 3 de Dezembro de 1894.

Tais eram as perspectivas que acenavam a Isaías quando ele foi chamado para a missão profética; mas ele não se desencorajou, pois em seus ouvidos soava o coro triunfal dos anjos ao redor do trono de Deus: “Toda a Terra está cheia da Sua glória.” Isaías 6:3. E sua fé foi fortalecida pela visão de gloriosas conquistas da parte da igreja de Deus, quando a Terra “se encherá do conhecimento do Senhor, como as águas cobrem o mar”. Isaías 11:9. — Profetas e Reis, 371.

Ezequiel

Sobre as barrancas do rio Quebar, Ezequiel contemplou um vento tempestuoso que parecia vir do norte, “uma grande nuvem, com um fogo a revolver-se, e um resplendor ao redor dela, e no meio uma coisa como cor de âmbar”. Ezequiel 1:4. Uma porção de rodas intercaladas umas nas outras eram movidas por quatro seres viventes. E por cima de tudo “havia uma semelhança de trono como de uma safira; e, sobre a semelhança do trono, havia como que a semelhança de um homem, no alto, sobre ele”. Ezequiel 1:26. “E apareceu nos querubins uma semelhança de mão de homem debaixo das suas asas.” Ezequiel 10:8.

As rodas eram de um arranjo tão complicado, que à primeira vista pareciam uma confusão; não obstante elas se moviam em perfeita harmonia. Seres celestiais, sustentados e guiados pela mão sob as asas dos querubins, estavam impelindo essas rodas; acima deles, sobre o trono de safira, estava o Eterno; e ao redor do trono havia um arco-íris, símbolo da divina misericórdia.

Assim como as rodas com aparência tão complicada estavam sob a guia da mão por baixo das asas dos querubins, também o complicado jogo dos eventos humanos está sob divino controle. Em meio a lutas e tumultos das nações, Aquele que Se assenta sobre querubins ainda guia os negócios da Terra. — Profetas e Reis, 535, 536.

Bíblia e a Ciência

Fonte: http://aultimaadvertenciaaomundo.blogspot.com

Quando “paquerar” é pecado

Se em sua região a palavra “paquera” é pejorativa ou não é muito bem vista, perdoe-nos e aceite esta explicação: usaremos a palavra “paquera”, como é entendida na maior parte do Brasil. (o ato de observar alguém “interessante”, visando uma possibilidade de namoro).

Um sentimento especial

Homem e mulher sentem-se atraídos um pelo outro, algo diferente ocorre, uma certa sensação de conquista, que tem um aspecto interessante: O OLHAR !

Olhos se cruzam, um certo charme “paira no ar”, e aquele sorriso discreto, traz um clima de expectativa e surpresa. Tudo acontece muito intensamente.


Paquera “saudável”

A paquera saudável é aquela onde tudo acontece naturalmente. Você está com um grupo de amigos conversando e de repente, alguém interessante aparece! Você começa a dar uma atenção especial à pessoa. Papo vai, papo vem… e como você está “solteiríssimo(a)” acaba gostando da história.

É o momento para conversar, conhecer o outro, encontrar afinidades, saber seus sonhos e alvos. Mas sempre de uma forma discreta, pura e sem malícia.

Este primeiro momento é decisivo, para continuar ou não com a ideia. Algumas vezes, acontece do outro nem perceber que foi alvo de suas intenções. Numa pequena conversa você já percebe que não daria certo, um namoro entre vocês.

Por outro lado, você também pode se surpreender. A cada momento que o papo se prolonga, o entusiasmo toma conta. Você dá a entender que gostaria de conversar novamente e convida para no próximo Sábado, ir à reunião de jovens da sua Igreja.

A “prejudicial”

Pode um momento tão emocionante como este, ser prejudicial? Deus faz um comentário “preocupante”, sobre o coração do homem, quando fala ao profeta Jeremias:

Jr 17:9-10 : “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá ? Eu, o Senhor, esquadrinho o coração e provo os pensamentos; e isto para dar a um segundo o seu proceder, segundo o fruto de suas ações.”

O coração do homem é enganoso. Uma coisa simples pode transformar-se em algo negativo, que pode magoar e deixar marcas. Analisando a paquera, à luz de alguns textos e princípios bíblicos, podemos dizer que ela é prejudicial, nestas situações:

1) quando não tem um ideal : desperta expectativas no outro e na hora “H”, pula fora sem assumir o que fez e ainda diz: “Foi uma brincadeira, você é que entendeu mal, você leva tudo a sério…”.

Pv 26:18-19 : “Como louco que lança fogo, flecha e morte. Assim é o homem que engana o seu próximo e diz : fiz isso por brincadeira”.

2) quando há uma intenção impura : quando a pessoa começa a paquera, com o principal pensamento na atração e sedução física, no desejo sexual e na malícia.

Mt 5:27-28 : “Ouvistes o que foi dito: Não adulterarás. Eu porém vos digo : qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração já adulterou com ela.”

3) quando envolve defraudação : cria-se uma ilusão, desperta-se um desejo físico no outro, que você sabe que não poderá ir adiante, por não ser namorado da pessoa. Isso é o que a Bíblia condena e chama de defraudação.

1Ts 4:6-7 : “e que nesta matéria, ninguém ofenda, nem defraude a seu irmão; porque o Senhor, contra todas estas coisas, como antes vos avisamos e testificamos claramente, é o vingador, porquanto Deus, não nos chamou para a impureza e sim para a santificação.”

Todo o cuidado é pouco

Já dizia o poeta : “a maior covardia de um homem, é despertar o amor de uma mulher, sem a intenção de amá-la.” Esta frase diz respeito aos homens, mas também é valida para as mulheres. Portanto, todo cuidado é pouco.

A sensatez é uma das grandes virtudes. Usar a paquera para enganar, afirmar-se e sentir-se seguro, é covardia e egoísmo. Não condiz com a integridade de alguém que quer levar Deus a sério.

O importante nos contatos e relacionamentos é desenvolver uma amizade sadia. Buscar conhecer o outro sem malícia e “segundas intenções”. Aí sim, valerá a pena !

Pv 15:3 : “O Deus eterno vê o que acontece em toda a parte; ele está observando todos, tanto os bons, como os maus.”(BLH)

Percebeu a responsabilidade? Não adianta querer trapacear. Deus conhece o seu coração e está observando suas atitudes.

BibliaWorldNet.

Fonte: novotempo.com

O reavivamento prometido – evangelismo e reavivamento

Quando lemos os primeiros capítulos de Atos, percebemos um cenário evangelístico fantástico! Sem os meios de comunicação que temos hoje, sem uma igreja organizada como temos hoje, mas com a promessa de que o Espírito Santo seria derramado entre eles, “o evangelho foi levado a todas as nações numa única geração.” (Atos dos Apóstolos, p. 593).


Em Atos 9:31, lemos que “a igreja passava por um período de paz em toda a Judéia, Galiléia e Samaria. Ela se edificava e, encorajada pelo Espírito Santo, crescia em número, vivendo no temor do Senhor”. O reavivamento vivido pelos cristãos primitivos promoveu o crescimento da Igreja. Na verdade, “não existe reavivamento genuíno sem um alcance evangelístico correspondente” (O Reavivamento Prometido, p. 78).

Os cristãos primitivos viveram uma experiência com Cristo, sofreram um desapontamento com sua morte (por entenderem Sua missão de forma equivocada), e somente após a compreensão clara da verdade e a prática dessa, puderam, enfim, receber a chuva temporã. Os planos de Deus são organizados. Tudo tem seu tempo! “Jesus nasceu no momento certo, foi batizado no tempo exato, morreu na hora certa, ressucitou no dia predito e ascendeu ao Céu no tempo certo. Jesus derramou o Espírito Santo em forma de chuva temporã no momento de iniciar a igreja cristã. Mas agora estamos vivendo o tempo da chuva serôdia; o relógio já bateu a hora exata. O clímax da hitória chegou. Esta é a hora do derramamento da chuva serôdia em sua plenitude para preparar a igreja para a última proclamação do evangelho antes da vinda de Jesus. Estamos vivendo no tempo da chuva serôdia” (O Reavivamento Prometido, p. 82).

“Cristo confiou à igreja um sagrado encargo. Cada membro deve ser um conduto através do qual Deus possa comunicar ao mundo os tesouros de Sua graça, as insondáveis riquezas de Cristo. Não há nada que o Salvador deseje tanto como agentes que representem ao mundo Seu Espírito e Seu caráter. Nada existe que o mundo necessite mais do que a manifestação do amor do Salvador através da humanidade. Todo o Céu está à espera de homens e mulheres por cujo intermédio possa Deus revelar o poder do cristianismo.” (Atos dos Apóstolos, p. 600). Essa é a nossa missão! Essa é a razão de sermos chamados por Deus das trevas para a Sua maravilhosa luz (I Pedro 2:9). Ou vivemos a realidade espiritual necessária para o tempo presente, ou não estaremos em pé no grande Dia do Senhor!

“E este evangelho do Reino será pregado em todo o mundo como testemunho a todas as nações, e então virá o fim.” (Mateus 24:14). Você pode fazer parte do cumprimento dessa profecia! Clame pelo Espírito de Deus, deseje o Espírito de Deus e esteja pronto para recebê-lo!

Fonte: mulheradventista.com

Nota sobre divisão na Igreja

Acabei de ler algo muito triste postado por um adventista na internet. Em resumo ele dizia que se a mensagem pregada por alguém gera divisão na igreja ela não procede de Deus! Queridos, Cristo mesmo disse: “Não cuideis que vim trazer a paz à terra; não vim trazer paz, mas espada;” Mateus 10:34.

O Espírito de Profecia apresenta a Sacudidura como sendo uma divisão na Igreja. Leia com atenção:

“Perguntei qual o sentido da sacudidura que eu acabava de presenciar e foi-me mostrado que fora causada pelo positivo testemunho motivado pelo conselho da Testemunha fiel, aos laodiceanos. Esse testemunho terá o seu efeito sobre o coração do que o recebe, levando-a a exaltar a norma e declarar a positiva verdade. Alguns não suportarão esse claro testemunho. Opor-se-lhe-ão e isto causará uma sacudidura entre os filhos de Deus.” Testemunhos Seletos, vol. 1, pág. 60.

Alguns aceitarão o testemunho da Testemunha fiel, e outros irão se opor a esse testemunho. Isso é a sacudidura!

É claro que devemos cuidar em não levar nossos pensamentos pessoais para dentro da igreja como “verdades” ou “verdade presente”. O Espírito de Profecia diz: “Existem, entre os que professam crer na verdade presente, alguns que serão assim incitados a exprimir seus sentimentos e suas preferências políticas, de maneira que se introduzirá na igreja a divisão.” Fundamentos da Educação Cristã, p. 475. 

Toda a verdade que nos foi dada está em Cristo, Sua Palavra e nas revelações deixadas no Espírito de Profecia. Gerar divisão na igreja por conta de pensamentos e teorias pessoais é errado sim! Não devemos provocar desunião. Mas, quando é a verdade que provoca a desunião é nosso dever defendê-la e nos colocar ao lado dela.
Estamos no tempo de viver Reavivamento e Reforma. Finalmente a Igreja como um todo (em toda parte do mundo) está focada nesse movimento especial, e não só alguns poucos grupos de irmãos. É certo que divisões ocorrerão, não porque Deus deseje isso, mas porque os seres humanos insistem em fazer suas próprias vontades.

A “receita” para a união da Igreja é Unidade em Cristo. “A causa da divisão e discórdia na família e na igreja é a separação de Cristo. Aproximar-se de Cristo é aproximarem-se uns dos outros. O segredo da verdadeira união na igreja e na família não é a diplomacia, o trato habilidoso, o sobre-humano esforço de vencer dificuldades – embora haja muito disto a ser feito – mas a união com Cristo.” Mente, Caráter e Personalidade, vol. 2, p. 501.

Aqueles que unirem-se a Cristo permanecerão unidos entre si, e unidos na verdade. Contudo, aqueles que preferirem se agarrar à suas teorias, pensamentos e desejos pessoais opor-se-ão a Cristo e à unidade de crentes que há com Ele.

Reforma de saúde, reforma do vestuário, mordomia, música … todo tema relacionado à fidelidade e adoração fiel a Deus gera divisão (entre os que se apegam à verdade, ao “assim diz o Senhor”, e os que se apegam à sua própria teoria, ciência, e interesses pessoais).

Estaremos em qual grupo? O que aceita a verdade ou o que combate a mesma?

Reflita e decida-se!

Fonte: mulheradventista.com

domingo, 20 de novembro de 2011

Quer emagrecer?

Da série “7+7=14″, veja dicas objetivas que ajudam a emagrecer:

1.    Evite frituras. Use óleos vegetais em quantidade moderada.

2.    Alimente-se em horários certos e não pule refeições; do contrário, comerá muito mais.

3.    Quanto estamos em jejum, aumenta a absorção de doces pelo intestino. Fique longe deles – bem longe.

4.    Procure não se alimentar vendo televisão ou enquanto fala ao telefone. Você perde a noção de quantidade.

5.    Ao sentar-se para a refeição, sirva-se de porções pequenas. Depois, se imprescindível, repita. Mas – insistimos – que as primeiras porções sejam pequenas.

6.    Policie a velocidade ao comer; descanse o talher no prato entre cada garfada. É curioso: quanto mais devagar, maior a rapidez com que “matamos” a fome.

7.    Levante-se da mesa assim que terminar a refeição. Assim, você não fica “beliscando”…

8.    Não deixe bomboneiras com docinhos ou balas sobre os móveis.

9.    Compre no supermercado só depois da refeição, com o estômago cheio. Você ficará indiferente (ou quase) às tentações que encontrar nas gôndolas.

10.    Renuncie aos elevadores e escadas rolantes. Subir escadas queima calorias e exercita as pernas.

11.    Dê uma folguinha, de vez em quando, à lavadoura de louças, espremedor de frutas, batedeira de bolo. Executar tais atividades domésticas também ajudam a queimar algumas calorias.

12.    Repense sua vida sedentária. Se normalmente prefere ficar frente à televisão, experimente mudar de lazer.

13.    Não conte obsessivamente os gramas em excesso depois de uma festa de aniversário. A depressão talvez diminua sua força de vontade. Quanto mais você se valorizar, maiores os sucessos na balança.

14.    Avise os familiares, amigos, colegas de trabalho ou estudo que você quer emagrecer. Peça que compreendam quando não aceitar guloseimas.

(Fonte: Saúde, 93, págs. 34-39)
  
www.novotempo.com/amiltonmenezes

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Bem-aventuranças contemporâneas

BEM-AVENTURADOS os que sabem rir de si mesmos: nunca cessarão de se divertir.

BEM-AVENTURADOS os que sabem distinguir uma pedra de uma montanha: evitarão tantos aborrecimentos.

BEM-AVENTURADOS os que sabem ouvir e calar: aprenderão muitas coisa novas.

BEM-AVENTURADOS os que estão atentos às necessidades dos outros: serão dispensadores de alegria.

BEM-AVENTURADOS serão vocês se souberem olhar com atenção as coisas pequenas e serenamente importantes: vocês irão longe na vida.

BEM-AVENTURADOS vocês de souberem valorizar um sorriso e esquecer uma grosseria: o caminho de vocês será sempre cheio de sol.

BEM-AVENTURADOS vocês se souberem interpretar com benevolência as atitudes dos outros, mesmo contra as aparências: vocês serão julgados ingênuos, mas esse é o preço do amor.

BEM-AVENTURADOS os que pensam antes de agir e que oram antes de pensar: evitarão tantas bobagens.

BEM-AVENTURADOS os que sabem reconhecer o amigo em todos que encontram: vocês encontrarão a verdadeira luz e a verdadeira paz.

BEM-AVENTURADOS sobretudos vocês que tem JESUS no coração: herdarão o reino de DEUS.

(Autoria desconhecida)

Noivado, Casamento e Lar

Os acontecimentos mais importantes da vida de uma pessoa são o nascimento, o casamento e a morte.

Quanto ao nascimento e à morte, a pessoa nada tem a dizer. Ela não decide quem será seu pai, nem a nacionalidade que gostaria de ter; chega ao mundo sem ser consultada. No que respeita à morte, não podemos evitá-la, pois ela é certa.

Alguns chegam a viver até uma idade avançada, e alegremente saúdam a grande Ceifadora; outros convidam a morte pela negligência da saúde ou por uma vida de dissolução. São estes os que não podem apreciar nem a vida nem a morte.

Quanto ao segundo caso, o casamento, a coisa é diferente. Se uma pessoa deseja casar-se, ela pode exercer considerável controle sobre isto. Tem em seu poder algumas das chaves da felicidade. Mas geralmente falando, poucos jovens consideram a natural importância da escolha do seu companheiro ou companheira para a vida. A maioria simplesmente deixa que a natureza siga o seu curso, não dando senão superficial consideração ao futuro.

O lar é o mais importante lugar da Terra. Sem o seu ambiente acolhedor dificilmente valeria a pena viver neste mundo – é ou não é verdade? Tal como o dia de repouso tão necessário para a saúde do homem e seu erguimento espiritual, a instituição do casamento veio-nos como herança do Éden. Essas duas bênçãos vieram ao homem desde o início da criação, quando nosso mundo estava ainda no estado de perfeição.

O matrimônio é a associação mais sagrada e íntima que existe. O próprio Deis oficiou o casamento de nossos primeiros pais. Jesus Cristo quando do Seu ministério na Terra, confirmou o casamento. Seu primeiro milagre foi operado numa festa de casamento, quando em Caná da Galiléia Ele transformou a água no mais delicioso vinho. Assistindo a esta festa, o Senhor Jesus pôs Sua aprovação e bênção à sagrada instituição do matrimônio.

O principal objetivo da existência do homem é fazer outra pessoa feliz. O estado matrimonial permite que este objetivo alcance sua maior perfeição. Mediante o estabelecimento de um lar piedoso, toda a comunidade pode tornar-se mais feliz.

Condição Atual do Casamento

Certa mulher, comentando com uma de suas filhas o seu próximo aniversário de casamento, fez a seguinte pergunta:

– Sabe você quantos anos seu pai e eu Estamos casados? Você não é capaz de adivinhar!

Mas antes que a filha tivesse tempo de responder, a netinha, de cinco anos, exclamou :

– Eu sei vovó! Você está casada com vovô há 40 anos!

– Como você sabe, querida? – interrogou compenetrada a avó, surpresa ante a resposta da criança, A pequena respondeu com seriedade:

– Muitas vezes tenho ouvido vovô dizer a seus amigos:

“Temos visto juntos o Sol nascer durante quarenta anos!”

A lição é óbvia. Mas não é de lamentar que na maioria os casamentos hoje são contraídos sem a devida reflexão? Os psicólogos, os psiquiatras, os sacerdotes e ministros que estão em mais íntimo contato com as famílias, estão em condições de declarar que apenas dez por cento dos casamentos são felizes. E no entanto não pode haver nada mais precioso que um lar bem constituído. Mas por outro lado, não pode haver pior inferno que estar entre uma família desunida.

Nos países onde se preparam estatísticas fidedignas, verificamos que há um divórcio para cada três casamentos. Mas nos países onde o divórcio não é legalizado, quando surgem dificuldades entre casais, um dos cônjuges pode abandonar o lar e passar a viver com outra pessoa. Nesses países a média de lares desfeitos é a mesma que nos países onde há o divórcio.

Quando duas pessoas se casam, unem-se por laços de deveres, para o seu próprio bem-estar futuro e felicidade, no fervente atendimento à instrução do seu Criador, que instituiu o casamento. As Sagradas Escrituras ensinam que “o que Deus ajuntou não o separe o homem.” (S. Mat. 19:6.) Isto sugere que a despeito de dificuldades que possam surgir entre marido e mulher, seria melhor para ambos prosseguirem um ao lado do outro a preferirem a separação. Em vez de mudar a aparência, seria melhor para marido e mulher que mudassem o próprio caráter.

Filhos que nascem num lar onde a discórdia reina entre os pais, tornam-se anti-sociais, mal-humorados, intempestivos e muito infelizes entre si. É significativo o fato de que filhos criados em lares cristãos onde o amor reina soberanamente, raramente caem em delinqüência juvenil, ou em relações sexuais pré-conjugais.

Mas é fato que, quando os pais abandonam o lar ou o divórcio dissolve o matrimônio, as dificuldades simplesmente aumentam. Não raro os problemas econômicos logo criam prévias condições de insatisfação, pois além dos encargos do novo lar, o marido tem de suportar o pesado ônus da sustentação da esposa anterior e de seus filhos.

Nenhum país é melhor que os cidadãos que o compõem, e a qualidade dos cidadãos depende dos lares que possuam. Se há maior número de lares edificados sobre o fundamento cristão, teremos governantes e governados que temem a Deus e respeitam os semelhantes. A humanidade deixaria de estar sujeita a ódios, injustiças, rixas e guerras.

Em que Consiste a Felicidade Matrimonial?

Vejamos o que faz que um lar seja feliz. Em primeiro lugar, as duas pessoas candidatas ao casamento devem ter os mesmos ideais na vida. Se o marido deseja morar no campo, e a mulher na cidade, estão em vias de incompreensões e atritos.

Deve haver reciprocidade também quanto à maneira de considerar o trabalho ou profissão. Se uma jovem tem o ideal de desposar um advogado, mas se apaixona por um jovem que ama a mecânica, e pensa que depois de casada fará dele um advogado, pode correr o risco de frustração pelo resto da vida. Deve haver também a mesma idéia quanto ao tipo de lar que desejam estabelecer.

Um casal feliz está sempre de acordo quanto ao manejo das finanças. Eles têm um alvo financeiro para o qual trabalham entusiasticamente, como por exemplo construir a casa própria e preparar a segurança financeira para os anos da velhice.

A religião constitui o centro da filosofia da vida. Por isto mesmo S. Paulo aconselha: “Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis.” (II Cor. 6 :14.) A diferença em crença religiosa é muitas vezes uma constante causa de fricção, porque infalivelmente surgirão problemas de várias espécies, principalmente no que respeita à educação dos filhos.

Um casal feliz é o que contrai matrimônio quando há sincero amor de parte à parte, um amor puro que é sempre altruísta e unicamente procura tornar o outro feliz, mesmo ao ponto do sacrifício, se isto promove a felicidade do companheiro ou companheira.

Corretamente se diz que o amor é a corrente elétrica da alma, e portanto, como a eletricidade, pode servir tanto para o bem como para o mal. Devemos manejá-lo com grande prudência. Se tocamos a corrente elétrica de qualquer jeito, corremos o risco de ser eletrocutados, mas se a usamos em harmonia com as leis da Física, nos fará muito bem e dela nos advirá muita satisfação. Com ela podemos usar o rádio, a televisão, o computador. Ela nos fornece a luz e o calor, e muitas outras coisas úteis.

Assim é com o amor: se nós o cultivarmos e o manejarmos com o devido cuidado, ele não destruíra nossa felicidade, pelo contrário, ele nos dará muita satisfação.

É ideal que ambos os parceiros no matrimônio tenham o mesmo nível de cultura, mas se tem que haver uma diferença a este respeito, é preferível que seja o homem intelectualmente superior, ou mais avançado em cultura. Em geral não é bom que a esposa seja mais culta que o homem, porque em muitos casos acontece que ela se torna vítima de um homem que não sabe apreciar suas boas qualidades.

Num casamento feliz, a jovem esposa quase sempre vem de um lar onde os pais vivem em perfeita harmonia. Onde a boa vontade, a compreensão e a essência da religião cristã foram vividas em todos os aspectos da vida, a filha irá desfrutar o seu próprio lar feliz. Mas se ela vem de um lar onde os pais brigam constantemente, onde a esposa censura o esposo e este é ríspido e descortês para com a esposa, é mais que provável que a infelicidade será o resultado. A melhor garantia para um casamento feliz entre dois jovens é o casamento feliz dos pais.

A Idade Própria para o Casamento

As estatísticas provam que 85 por cento dos casamentos contraídos antes dos 18 ou 19 anos resultam infelizes. Por quê? Porque nem o moço e nem a moça que contraem matrimônio antes desta idade estão prontos do ponto de vista mental, física ou emocionalmente. Não desenvolveram convenientemente o senso de responsabilidade.

A melhor idade paira o casamento é entre 20 e 27 anos para a mulher; e entre 22 e 30 para o homem. Depois desta idade, em geral, os riscos aumentam porque a personalidade de um já está tão inflexivelmente formada que é difícil adaptar-se à personalidade do outro.

O que o Noivo Deve Saber

É natural apaixonar-se, mas ninguém deve fazê-lo estultamente. Infelizmente, a maioria dos rapazes dão maior importância a uma cara bonita, a qual no decurso dos anos fenece como as flores no jardim, do que as virtudes de caráter, como a honestidade, boas maneiras, integridade, bondade e pureza.

Mulheres de natureza dominadora não são boas donas-de-casa. O homem aprecia a mulher que tenha muitas características femininas e que seja amorável e sinta que sua felicidade e segurança dependem dele. E em geral o homem normal tudo fará para proteger e tornar feliz a mulher que possua essas características. O jovem observará se as emoções da jovem são estáveis. Ele verificará também se pode discutir com ela assuntos controvertidos sem que ela se torne imperativa e perca a paciência.

Jovens sensíveis não contrairão matrimônio sem que tenham a plena aprovação e bênção dos pais, uma vez que tudo que eles conhecem reduz-se a ideais e ilusões, ao passo que seus pais, que lhes desejam a felicidade, podem dar-lhes conselhos que lhes assegurarão essa felicidade no lar futuro.

É bom que o noivo se informe dos hábitos de limpeza e ordem de sua prometida no seu próprio lar, visto que como regra geral o seu futuro lar não será melhor do que aquele de onde vier sua futura esposa.

É bom também que ele observe o tratamento que ela dispensa aos pais, porque, casados, será esse o tratamento que dela receberá.

Que todo jovem proceda com a jovem de sua escolha, com pureza de consciência. Assim o futuro casamento será tanto mais feliz, e ao mesmo tempo terão evitado os perigosos escolhos que são a fonte de quase todo casamento fracassado.

O que a Noiva Deve Saber

Infelizmente há algumas mães que dão a impressão de que desejam que as filhas casem por dinheiro ou por um automóvel em vez de um homem nobre e honrado. Não devia ser assim, mas a verdade é que algumas mães aconselham suas filhas: “Não case com quem não tenha dinheiro.”

O mais precioso tesouro, que deve ter supremacia sobre todas as riquezas do mundo, é o bom caráter e a integridade de um jovem, e se por acaso ele possui dinheiro também, tanto melhor. Mas o essencial é não considerar a riqueza como o fator dominante na escolha do companheiro.

Da mesma maneira o rapaz deve ser bem previdente. Algumas vezes sucede que uma jovem desposa um rapaz cuja situação financeira é precária, esperando que as coisas melhorarão depois da lua-de-mel, mas logo sua esperança murcha. O rapaz deve demonstrar no período do noivado que é capaz de sustentar um lar, embora humilde.

A jovem deve fazer a si mesma a pergunta: “Eu o amo com todas as suas faltas?” Lembre-se, elas não desaparecerão após o casamento.

Jovens, vocês sentem orgulho de seu noivo na presença de amigos e parentes? Se vos sentis envergonhadas por algo, está aí a segura evidência de futura incompatibilidade e infelicidade. O melhor conselho neste caso é: Não se case com ele.

Em 80 por cento de casamentos arruinados, é a mulher a vítima inocente; o homem é inocente em apenas 20 por cento. Assim as jovens devem ser mais cautelosas mesmo na escolha do futuro companheiro do que o rapaz. É muito melhor não casar quando existe forte evidência de que o casamento redundará em desastre. É preferível permanecer solteiro a casar-se com a probabilidade de ser infeliz pelo resto da vida de um dos dois.

É sobremodo importante não casar com um homem que tenha vícios. Toda jovem prudente observará as ações e hábitos do seu prometido. É muito importante saber tudo isto antes da cerimônia nupcial. Muitas mulheres levam em conta essas coisas depois do casamento, e então lamentam a vida inteira o não terem sabido antes.

Outro entre os principais fatores na futura estabilidade do lar é a saúde. Portanto, é bom que a jovem saiba se o homem que lhe pretende a mão em casamento é livre de enfermidades chamadas sociais, da tuberculose e outras enfermidades infecciosas. É bom que o pai da moça se assegure disto de maneira discreta, a fim de evitar futuras lamentações.

É também sábio da parte da jovem observar se o moço sabe como manter relações harmoniosas com as pessoas que o cercam, com seus companheiros de trabalho, com os vizinhos e assim por diante, porque quem não se dá com outras pessoas não está apto a tornar feliz a própria esposa.

Duração do Noivado

Quando dois jovens comprometidos estão juntos diariamente, um noivado de seis meses a um ano pode ser suficiente. Mas se vivem distantes um do outro e têm poucas oportunidades de estarem juntos, pode ser necessário que o noivado se prolongue por dois ou três anos, para que possam estar seguros de que estão em condições de viver em harmonia até que a morte os separe.

Agora consideremos a lua-de-mel. Luas-de-mel de fim de semana não são bastante longas para que se estabeleça real fundamento de compreensão para o futuro. Mas muitos casais não dispõem de meios para uma viagem de lua-de-mel, e seria melhor irem da igreja diretamente para o seu novo lar. Serão muito mais felizes não gastando o que ainda não ganharam. Não está correto comprometer a felicidade futura do lar pela ostentação.

O Marido Ideal

Como deve proceder o marido após a lua-de-mel?

Em 1º lugar: Considerar a esposa como o bem mais precioso.

Ele deve ter em mente uma grande verdade, admiravelmente expressa por Jeremias Taylor nas seguintes palavras: “Uma boa esposa é o último e melhor dom do Céu ao homem, uma gema de muitas virtudes, seu cofre de jóias; sua voz é suave música, seu sorriso o seu mais brilhante dia; o seu beijo, o guardião de sua inocência; seus braços, o pálio de sua segurança; a sua diligência, sua mais segura riqueza; sua economia, a mordomia mais garantida; seus lábios, seus fiéis conselheiros; o seu coração, o mais suave travesseiro dos seus cuidados.” Esta magnífica descrição de que uma boa esposa é preciosa devia inspirar cada homem a desejar ser o esposo ideal.

Em 2º lugar: Inspirar confiança. Para que a felicidade no lar seja mantida, o esposo se conduzirá de tal maneira que a esposa tenha plena confiança em sua integridade moral.

Em 3º lugar: Ter em mente o fato de que fisicamente a esposa é diferente dele: mais delicada, de constituição física mais frágil. Seu sistema nervoso é constituído para as coisas mais delicadas e mais finas da vida. Ele não esperará de sua esposa tarefas que devem estar a cargo unicamente do homem.

Em 4º lugar: Dar importância ao fator econômico na conquista da felicidade no lar. A esposa tem o direito de saber quanto seu esposo ganha. O casamento não pode ser feliz quando o marido não considera a esposa como sócia nas questões financeiras. Se for possível, tenham uma conta bancária em comum e ajudem-se mutuamente a alcançarem saldos. O orçamento mensal deve ser preparado por ambos com antecedência.

Em 5º lugar: Lembrar sempre do dia do aniversário da esposa, e sobretudo seu aniversário de casamento, e ter alguma agradável surpresa para ela. Ele deve agir durante o tempo de casado como quando eram noivos e lhe dispensava pequenas atenções: um ocasional buquê de flores, cartões, caramelos, etc.

Em 6º lugar: Elogiar a esposa pelas boas refeições, por sua maneira de vestir, seu novo penteado, e também pelo arranjo atrativo dos móveis. Palavras de apreciação fazem que o impossível se torne possível. Uma esposa que sabe que é apreciada pelo esposo, está pronta a fazer sacrifícios pela felicidade do companheiro.

Em 7º lugar: A palavra “eu” deve desaparecer do dicionário matrimonial, e ser substituída por “nós,” porque, conforme as palavras do Mestre da Galiléia, “deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, e serão ambos uma só carne.” (S. Mat. 19:5). O pior inimigo da felicidade no casamento é o ego dos cônjuges, que lhes causa muitas aflições e dificuldades.

Em 8º lugar: A esposa aprecia experimentar o senso de “pertencer” ao esposo. Ela quer sentir que está sendo amada e desejada. É um desejo natural e inato de toda mulher normal. Isto a ajuda a conservar-se bela e saudável.

Há alguns sérios traços pessoais em homens que empanam a felicidade da esposa. Em ordem de importância, são eles: o egoísmo ou desconsideração, falta de sucesso nos negócios, infidelidade, queixumes, falta de mostrar afeição por ela, indisposição de falar sobre coisas, impaciência com as crianças, nervosismo, criticismo, renda insuficiente, tédio quando ela lhe fala sobre suas atividades do dia.

Cada manhã antes de deixar o lar, e cada noite antes de ir para a cama, é bom que o esposo e a esposa orem juntos e supliquem a guia divina sobre o lar; que supliquem perfeição de caráter, felicidade mútua bem como segurança econômica. Com a oração da manhã é recomendável ler algumas porções escolhidas de leitura espiritual, dando-se preferência às Sagradas Escrituras, o que servirá como guia e conselho para os problemas do dia.

A Esposa Ideal

Em 1º lugar: Lembrar que seu marido é uma preciosa aquisição. Saber que o esposo é único meio que lhe permitirá alcançar o zênite da felicidade e realizar seus mais íntimos anseios. Portanto, ela o tratará sempre como o melhor amigo, porque se o esposo percebe que ela tem uma amiga na qual confia mais que nele, haverá dificuldades. .O esposo deve sentir que é o verdadeiro confidente de sua esposa.

Em 2º lugar: Fazer todo o possível para manter o bom-humor e ser atrativa aos olhos do marido. Deverá ter em mente que o primeiro ano de vida juntos é sempre o mais difícil, e que durante o período de ajustamento ela deverá ser muito paciente.

Em 3º lugar: Jamais permitir que uma terceira pessoa partilhe da intimidade do casal, sejam os pais, irmãos ou irmãs. Por outro lado, nem o esposo e nem a esposa devem criticar um ao outro diante dos outros membros da família, muito menos diante de estranhos. A falta de observância destas regras pode produzir desajustamentos que redundarão afinal em separação.

Em 4º lugar: Considerar que a paz do lar vale mais que a satisfação de alguns pequenos caprichos, evitará tudo que tenha o aspecto de intolerância, de criticismo e egoísmo, e não exigirá que seu esposo haja sempre conforme ela deseja.

Em 5º lugar: Procurar sempre melhorar sua condição no sentido de manter passo com o crescimento intelectual do marido. Demais disto, procurará desenvolver juízo amadurecido que a guiará em todas as suas ações.

Em 6º lugar: Se a esposa tem que trabalhar fora do lar para aumentar as entradas da família, é sempre razoável que o esposo em tal caso compartilhe com ela das responsabilidades da arrumação da casa. Se fizer isso, haverá tempo suficiente nas tardes para divertimentos e recreação, o que ajuda a conservar unidos esposo e esposa.

Em 7º lugar: Evitar os traços de personalidade que ameaçam seriamente a felicidade do marido. São eles em ordem de importância: irritabilidade, desafeição, egoísmo ou desconsideração, demasiada interferência em seus “hobbies,” desleixo na aparência, falta de equilíbrio, discussão com ele na presença dos filhos, falta à verdade, etc.

Em 8º lugar: Procurar que o esposo sinta que ela é companheira amorável. Isto encorajará a fidelidade do esposo a ela. Finalmente, eu gostaria de dar a cada senhora casada o seguinte conselho: “Se deseja derramar poucas lágrimas no futuro, seja bondosa agora.”

Os Filhos

As Escrituras nos dizem que “os filhos são a herança do Senhor,” e que “bem-aventurado é o homem que enche deles a sua aljava,” Sim, o maior tesouro que um casal pode adquirir e que produzirá a mais permanente satisfação da vida, e conforto e confiança na velhice, são os bons filhos.

Alguém expressou uma irredutível verdade quando disse: “Um lar sem filhos é como um jardim sem flores.” Os casais que evitam assumir a responsabilidade de filhos não desfrutarão a plenitude da vida. Na velhice não há maior prazer do que ver-se rodeado de bons filhos.

Não há satisfação comparável à de criar e educar um filho que pode ser perfeito em todos os passos da vida e ser o orgulho e alegria dos pais através da existência. Por esta razão os pais jamais deverão permitir que surjam desarmonias no lar.

Que os filhos cresçam na convicção de que esse é o lar mais feliz e harmonioso do mundo. Assim quando eles tiverem os seus próprios lares, também serão felizes, porque aprenderam a ser felizes no próprio ambiente do lar paterno.

Tem sido estabelecido que quando há incompatibilidade de caracteres, acusações mútuas, reprovações e aversões entre os pais, os filhos terão complexo de inferioridade, melancolia, falta de interesse nas disciplinas elevadas, disposição irritadiça e insegurança.

Muitas vezes, quando os filhos têm más notas escolares e deficiência na sua educação, isso é devido à infeliz atmosfera do lar em que vivem.

Como pode um Casal Infeliz Reconquistar a Felicidade?

Tenho encontrado através dos anos muitas pessoas que se separaram e formaram novo lar, mas quase todos eles me confessaram que ao fazê-lo cometeram um erro. Reconheciam que teria sido melhor se tivessem mudado sua personalidade ou disposição, em vez de mudar de esposo ou de esposa.

Meu conselho é, portanto, que os que estão tendo dificuldades procurem sinceramente perdoar e esquecer os erros do passado e desenvolver no futuro mais paciência, compreensão e espírito de amor e sacrifício de um para com o outro. Procedendo assim com sinceridade e determinação de que o casamento pode ser um sucesso, virá a felicidade.

Se aparecem dificuldades entre esposo e esposa, o melhor a fazer é sobrepor-se a elas e pedir a Deus sua graça e paciência, para que a vida matrimonial possa renascer, rejuvenescida numa atmosfera de tolerância, compreensão e amor.

Tenhamos sempre em mente as seguintes palavras, divinamente inspiradas, escritas pelo apóstolo S. Paulo:
(Efés. 5:22-25, 28-31): As mulheres sejam submissas ao seu próprio marido, como ao Senhor; porque o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja; sendo Ele mesmo o salvador do corpo. Como, porém, a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo submissas ao seu marido. Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja, e a Si mesmo Se entregou por ela…” “Assim também os maridos devem amar a sua mulher, como ao seu próprio corpo. Quem ama a esposa a si mesmo se ama. Porque nunca ninguém jamais odiou a própria carne; antes, a alimenta e dela cuida, como também o Cristo o faz com a igreja; porque somos membros do seu corpo. Eis por que deixará o homem a seu pai e a sua mãe e se unirá à sua mulher e se tornarão os dois uma só carne.”

E se por acaso alguém se sente gravemente ofendido pelo companheiro ou companheira, esqueça os agravos do passado, e mostre nova afeição.

Se alguém tem sido frio ou indiferente para com o esposo ou esposa, está disposto e determinado a tornar o outro cônjuge feliz? Fazendo isto, vocês estarão criando sua própria felicidade. Digam para sua esposa, ou para seu esposo, que você o ama. Comecem nova lua-de-mel, que durará por toda a vida.

Moços e moças em idade de casar, apelo a vocês para que busquem do Altíssimo um companheiro para a vida que os possa fazer feliz, e a quem darão sua verdadeira felicidade, que é o maior dom do Céu.

Lembrem-se de que um lar feliz é um antegozo da felicidade que os espera nas mansões do Alto.

Que Deus os abençoe!

Pr. Walter Schubert

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