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sexta-feira, 21 de outubro de 2011

O Sábado na Nova Jerusalém

Alguém me disse: “Não havendo na Nova Jerusalém noite para marcar os limites nem o início ou o fim do dia, será impossível guardar o Sábado ali, portanto o Sábado está abolido.”
Está certa ou errada, esta pessoa? Vamos ver:
Voltemos ao longínquo passado. Jesus, ao ressuscitar, empenhou Sua palavra dizendo que iria preparar um lugar para os salvos, lembra-se? João 14:1-3.
• Este lugar é a Nova Jerusalém: Apoc. 21: 2, 10.
• A Nova Jerusalém é o Templo de Deus: Apoc. 21: 3, 22.
• Vai ser a capital da Nova Terra: Zac. 14: 4, 5, 9.
• A Nova Jerusalém não precisará de luz do Sol nem luz da Lua:
Apocalipse 22:5 : “E alí não haverá mais noite, e não necessitarão de lâmpada nem de luz do Sol, porque o Senhor Deus os alumia…” (Isa. 60:19; Apoc. 21:23).
OBSERVAÇÕES:
1. Por que se acende as lâmpadas à noite?
2. Os postes de iluminação pública são providos de um sistema célula fotoelétrica que, automaticamente se liga, quando a luz do Sol desaparece. E desliga-se instantaneamente quando, no dia posterior, reaparece o Sol.
3. A luz (lâmpada) acesa pela manhã se ofusca diante da luz do Sol? – Claro que sim!
Na Nova Jerusalém não terá nenhuma instalação elétrica e estará toda iluminada à noite pela luz que emana do Senhor Jesus.
Se esta magnífica cidade não possui templo, se o Senhor é o Seu templo, se Sua glória a ilumina, então ela será a morada de Jesus. O Seu trono estará ali. E é isso mesmo! Jesus é nosso para sempre, Deus não O deu para nós? (Glória a Deus!) (João 3: 16).
Mas, quanto ao Sábado, algum problema? Lógico que não! Observe:
1. Deus criou a Terra para nós, os seres humanos (os terráqueos). Deu-lhe forma, separou as trevas da luz e nominou-as: Noite e Dia. Gên. 1: 2-13.
2. Criou o Sol para iluminar o dia, e a Lua para clarear a noite. Gên. 1: 16-18.
3. Depois criou um casal maravilhoso ordenando-lhe crescer e multiplicar. Este casal seria o embrião da família humana. Gên. 1: 27- 28.
4. O Sol e a Lua realizavam suas funções necessárias à manutenção da vida na Terra, enquanto Adão e Eva viviam felizes, sem pecado, no Éden.
Um dia o pecado entrou neste mundo. Que lástima! O Sol e a Lua continuaram e continuam realizando a obra para a qual Deus os destinou.
Um dia o pecado será dessarraigado da Terra(Amém!), e o Sol e a Lua continuarão brilhando, porque o homem nela morará, agora, porém, sem pecado, tudo novo. E a cada Sábado iremos ao templo (Nova Jerusalém) para adorar, e lá nos recepcionará o Senhor Jesus cuja glória ilumina toda a cidade – de dia e de noite. Leia:
“E será que desde uma lua nova até a outra (mensal), e desde um Sábado até ao outro (semanal), virá toda a carne (pessoas) a adorar perante Mim, diz o Senhor.” – Isa. 66: 23.
Eu não ficarei de fora, e você? Glória a Deus!
Lourenço Gonzales

Tarde e Manhã

“O SÁBADO É DIFERENTE DOS SEIS DIAS DA SEMANA PORQUE NO GÊNESIS NÃO DIZ TARDE E MANHÔ

Impressionantemente, quando uma pessoa decide não aceitar a clareza bíblica da validade do Sábado, ela procurará “mil”coisas para questionar.

Bem, anote aí:

“Diferente dos outros seis, o sétimo dia da Criação não é designado como ‘tarde e manhã’. Alguns estudiosos querem defender que os seis dias correspondem a períodos de tempo e o sétimo não tinha limites fixos. Assim, sugerem que o Sá-bado é um tempo anterior à queda do homem, a ser restaurado quando pecado e pecadores não mais existissem.”

Isso omite três fatos importantes:

1. O sétimo dia é chamado ‘um dia’ (yom, em hebraico; Gên. 2: 2), da mesma forma que os seis dias anteriores (Gên. 1:5-31).

2. O último dia da semana da criação é chamado ‘o sétimo’.

3. O quarto mandamento iguala os sete como parte iguais de uma semana (Êx. 20: 8-11). Portanto, o Sábado da Criação não foi um período de tempo extenso, da mesma forma que não o foram os demais seis dias da Criação.

“A palavra ‘dia’ (yom, em hebraico), sempre significa um dia de 24 horas, quando usada com o numeral (primeiro, segundo, terceiro, etc). Logo, Gênesis 1, fala da criação em seis dias literais.

“ O sentido da expressão ‘sétimo dia’ em Gênesis 2: 2 é o mesmo de quando aplicado aos seis dias anteriores. Diferente dos meses e anos, que são determinados pelo movimento da Lua em torno da Terra e pela Terra em torno do Sol, respectivamente, não há um fenômeno natural para determinar a semana. A origem da semana tem a ver com a Criação.” – Lição da Escola Sabatina, 4/8/96.

LEMBRE-SE:

• O Sábado não é dos judeus. É do Senhor teu Deus.

• O Sábado foi o primeiro dia inteiro que Adão e Eva viveram.

• Se Jesus viesse para destruir o Sábado, Ele não o teria guardado. Lucas 4: 16.

• Foi no Sábado que Jesus levantou-Se e, lendo o profeta Isaías, disse ser o Messias.

• O Sábado, além de ser o marco de que Deus é o Criador, é o refúgio contra o stress. Neste dia deve-se deixar tudo para adorar a Deus.

• Que sentido faz Jesus mandar orar 39 anos depois de Sua volta ao Céu (Mat. 24:20), se os discípulos não guardassem o Sábado?

• Se Jesus fosse transferir o Sábado para o domingo, os discípulos não iriam com bálsamo e tristeza ao túmulo (Marcos 16:2); mas, com flores e muita alegria.

Lourenço Gonzales

Fonte:Sétimo Dia

24 razões para a Guarda do Sábado

Passagens do Antigo Testamento

1ª. O Sábado [Sétimo Dia] é um dos itens da Lei dos Dez Mandamentos. Êxodo 20.1-17.

2ª. O próprio Deus, ao criar o mundo, guardou o Sábado (dando-nos exemplo)pois, no sétimo dia, descansou, o abençoou e o santificou. Gênesis 2.3.

3ª. Santificar o Sábado é um pacto entre nós e Deus, um sinalexterno, visível, uma declaração pública de que reconhecemos que o Senhor Jeováé o nosso Deus. Ezequiel 20.12.

4ª. Guardar o Sábado [Sétimo Dia] é um sinal exterior, uma evidência externa que nos torna cientes que Deus nos está santificando. Ezequiel 20.20.

5ª. É o memorial da Criação, isto é: o marco que nos lembra que Deus é o Criadordo Universo Êxodo 20.8-11.

6ª. É o memorial da Justificação pela Fé, da nossa libertação do jugo satânico, da nossa redenção em Cristo Jesus. Deuteronômio 5.12-15.

7ª. O Sábado [Sétimo Dia] vai de Éden a Éden, pois também na Nova Terra, isto é: no Paraíso, será observado pelos salvos por toda a eternidade. Isaías 66.23.

8ª. Deus chama o Sábado [Sétimo Dia] de o ‘Meu santo dia” (Isaías 58.13). Se a palavra ‘domingo’ significa ‘Dia do Senhor’, então o verdadeiro Domingo [‘dia do Senhor’] não é o do primeiro dia da semana e sim o Sétimo Dia.

Passagens do Novo Testamento

9ª. O Senhor, reverenciado e adorado ao se guardar o Sétimo Dia, é Jesus Cristo, o ‘Senhor do Sábado’. Marcos 2.28.

10ª. Guardar o Sétimo Dia é uma demonstração de nosso amor a Deus (João 14.21).‘O cumprimento da Lei é o amor’ (Romanos 12.10); ‘E o amor é este, que andemos segundos os Seus mandamentos’ (2 João 6); ‘Nisto conhecemos que amamos os filhos de Deus, quando amamos a Deus e praticamos os Seus mandamentos. Porque este é o amor de Deus, que guardemos os Seus mandamentos’. 1 João 5.2-3.

11ª. Jesus teve por costume guardar o Sábado e freqüentar a igreja neste dia (São Lucas 4.16; 13.10) e os cristãos têm como objetivo seguir o exemplo dado pelo Mestre.

12ª. Segundo a afirmação do nosso Criador, Ele estabeleceu o Sábado por nossa causa, isto é: nós, os humanos de todas as épocas, necessitamos do Sábado (Marcos 2.27).

13ª. Como Jesus nos disse que ‘nem um i ou um til jamais passará da lei’, então a guarda do Sábado continua em vigor hoje, pois o céu e a terra ainda não passaram, mas existem, e o Sétimo Dia é um dos itens da Lei (São Mateus 5.18).

14ª. A disputa entre Cristo e Seus inimigos judeus era a respeito da maneira corretade se guardar o Sábado e não em relação a guardar outro dia. Mateus 12.9-12; S. Marcos 2.23-28; 3.1-6 etc.

15ª. Jesus recomendou que Sua Igreja guardasse o Sábado quarenta anos apósSua ressurreição. Mateus 24.20.

16ª. O apóstolo Paulo guardou o Sábado tanto entre os gentios (Atos 16.11-13), como entre os judeus. Atos 17.2; 18.4,11; 13.42-44.

17ª. A fé não anulou a Lei dos Dez Mandamentos, antes a confirmou (Romanos 3.31). Então a fé em Cristo, em Sua graça, não anulou o Sábado.

18ª. Os cristãos guardam o Sábado não para se salvar, mas porque que foram salvospor Jesus lhes ter creditado Sua morte e Sua vida de perfeita obediência à Lei [2 Coríntios 5.21; Romanos 5.19; São João 15.2.

19ª. Afirmar que amamos a Jesus, e não guardar um dos Dez Mandamentos, seria declarar-nos mentirosos. 1 João 2.4.

20ª. Não existe nenhum mandamento abolindo ou alterando a santificação ou a guarda do Sábado, isto tanto no Antigo como também no Novo Testamento.

21ª. No Novo Testamento não existe nenhum mandamento para se guardar o domingo [Primeira Feira].

22ª. Quem não guarda o Sétimo Dia, conforme a Bíblia ensina, torna-se culpado de transgredir toda a Lei do Amor ou seja: a Lei da Liberdade em Cristo, a Lei dos Dez Mandamentos Tiago 2.10-12.

23ª. A Igreja do Deus vivo, o remanescente final, ‘guarda os mandamentos de Deus’. Apocalipse 12.17. Logo guarda tambémo santo Sábado do Senhor.

24ª. O Sábado é o sinal de Deus (Ezequiel 20.12;20.20), então, é, igualmente, o sinal do Filho do homem, pois Jesus é Deus (S. João 1.1). Como há, e haverá, intensa disputa entre o Sábado [Sétimo Dia] e o Domingo [Primeira Feira], antes da volta de Jesus, Deus escreverá no céu o quarto mandamento [isto é: o sinal de Deus], pois Jesus afirmou: ‘Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem; todos os povos da terra se lamentarão. Mateus 24.30.

Lourenço Gonzales

Fonte: Blog Sétimo Dia

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Deus está no controle

Não somos obra do acaso. O mundo não surgiu de uma explosão, a Terra é perfeita em sua distância do sol, tudo funciona de forma harmoniosa. O dia nasce, o sol se põe, a noite vem e assim os dias se passam. Essa pequena reflexão do que ocorre ao nosso redor, e que muitas vezes não percebemos, nos mostra que Deus não criou a Terra e a deixou como se estivesse esquecido. Ele está no controle dos pequenos detalhes da natureza.“Ele controla tudo que acontece na Terra. Ele derruba os reis de seus tronos e coloca outros em seu lugar. É Ele quem dá sabedoria aos sábios e inteligência aos que estudam.” Daniel 2:21 (Bíblia Viva).

E Deus também está no controle da história da vida humana. Até daqueles momentos de escuridão em que parece não haver solução e o sentimento vem de que Ele nos “esqueceu”, ainda sim Ele está no controle. Deus sabe o que você precisa e dá aquilo que você necessita, e mais, age na hora certa. Um dos relatos bíblicos que mostra claramente que Deus controla a vida dos que o amam e acredita nEle é a de José. Em Gênesis 40 e 41 vemos José numa situação que não dá para imaginar o por quê de tanto sofrimento. Ir para a prisão por não ter feito nada e ainda ficar 2 anos preso? É fácil quando você e eu lemos e sabemos o final da história da vida dele, mas pare e imagine estar em seu lugar…

Acredito que a injustiça é muito difícil de aceitar. Foi um momento negro da vida de José e a vitória veio da perseverança de que Deus estava no controle da situação. Louvar e adorar a Deus em meio às bênçãos que recebemos é fácil, agora, enxergar que mesmo quando tudo dá errado Ele continua ali cumprindo seu propósito para a nossa vida e realizando o melhor para nós é que nos custa muito. Queridos a certeza de que Deus é conhecedor das nossas lutas e está com olhos bem abertos nos guiando, vem de sua palavra, “e mãos humanas não podem fazer nada por Ele, porque Ele não precisa disso! Ele mesmo dá a vida e a respiração a tudo, e satisfaz todas as necessidades que existem”. Atos 17:25 (Bíblia Viva).

Que grande certeza temos, mesmo que você não entenda o por quê, Deus sabe! O relógio da providência divina não anda atrasado, Deus está no controle, espere sempre no Senhor.

“Muito antes do mundo existir, desde a eternidade, Eu sou Deus. Quando Eu faço alguma coisa, ninguém é capaz de impedir”. Isaías 43:13 (Bíblia Viva).

Amém

Daniela Oliveira

Fonte: Blog Sétimo Dia

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Quem escolhe o meu namorado(a)? Deus ou eu?

Um pensamento que alicia jovens na maioria das igrejas hoje em dia, está relacionado com o namoro: Deus, ou eu mesmo devo escolher meu namorado(a)? Essa pergunta inquieta a maioria dos jovens cristãos, e serve também de força de manobra em muitos ministérios de jovens. Mas qual é a resposta? Que meios ou critérios devemos usar para escolher um namorado(a)? Será que o fulano(a) é a pessoa que Deus escolheu? Ou eu que escolho?

Muitos jovens hoje em dia vivem essa crise nos relacionamentos. Gostam de alguém, mas temem que essa pessoa não faça parte dos planos de Deus para a sua vida, e buscam conciliar obediência à Deus com satisfação nos relacionamentos.

Carrego algumas dicas comigo para aconselhar jovens que vivem essa crise.

Antes de tudo, gostaria de dizer algo muito importante à todos os cristãos. DEUS NÃO ESCOLHE POR VOCÊ, ELE ESCOLHE COM VOCÊ. Isso mesmo, Deus abençoa seu namoro quando você faz uma escolha coerente. E aqui vão algumas dicas para você fazer essa escolha.

Namoro não é um espaço de vida para aprender a beijar, a transar e afirmar sua beleza.
Isso mesmo, o cristão encara o namoro como a ante sala da felicidade (casamento). E felicidade é coisa séria! Namoro para nós não é uma aventura infantil como o mundo vê. Namoro faz parte de um comportamento que gerará um novo casal. Antes de Deus cuidar de qualquer coisa relacionada a religião, ele cuidou de um casal de namorados (Adão e Eva), e abençoou aquele relacionamento para que eles gerassem uma humanidade abençoada. A troca de prioridades daquele casal fez com que o relacionamento ficasse a deriva do mal. Portanto se as prioridades do namoro forem trocadas pela proposta do mundo, Deus não pode escolher junto com você, essa pessoa que você escolheu. Pois esse tipo de procedimento não está nos planos de Deus para a nossa vida.

Diferenças religiosas são as mais difíceis de serem resolvidas entre um casal de namorados.
É muito complicado quando um cristão namora com alguém que não seja. Geralmente são muitos os conflitos gerados no relacionamento, pelo simples fato de que os valores são outros, e as escolhas do que se deve ou não fazer torna-se agonizante. Um velho adágio diz: “Urubu jamais voa com pomba”. Isso significa que a diferença religiosa torna a relação muito mais pesada e difícil de ser conciliada. Tempo e desgaste desnecessário para um jovem, que já carrega tantos outros problemas para resolver. (faculdade,primeiro emprego, compra do primeiro carro, etc.)

O seu namoro deve glorificar a Deus.
Paulo diz aos Coríntios: “Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus.” (1Co 13:31). Tudo que fazemos, devemos carregar o princípio do louvor e da exaltação de Deus. Se o namoro exalta a Deus, fique em paz com ele. Se esse namoro realça os valores de Deus no mundo, Deus é com você e o está abençoando, mas se for o contrário disso, fuja! Corra dessa relação, pois ela é um laço que prenderá a sua vida. A glória de Deus é a sua alegria, e um relacionamento que glorifica a Deus gera contentamento, satisfação e paz.

Por Bruno Santos.

Fonte: novotempo.com

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Superando a Dor da Perda

Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados. Mat. 5:4.

Embora não haja uma receita rápida que dê solução para a excruciante dor causada por uma perda irreparável, conselheiros cristãos dão pelo menos três princípios fundamentais que podem apressar a cura emocional. Ei-los:

1. Desabafe. Encontre alguém com quem você possa falar de seus sentimentos. Tristeza é sempre a resposta natural a uma perda. No Antigo Testamento, perdas trágicas eram normalmente acompanhadas por choro e lamentos dramáticos. Na sociedade moderna, demonstrações públicas de pesar geralmente são vistas como impróprias. Porém, encontrar um ombro amigo no qual chorar, expressar a dor e compartilhar sentimentos são partes vitais no processo de superação.

2. Entenda o ciclo do pesar. Poucas semanas após o 11 de setembro de 2001, falei com uma mulher que perdera esposo naquele dia. Ela mencionou que inicialmente negara o fato. Não queria acreditar que o marido estava em um dos aviões que caíram e ficou irada com a companhia aérea. Então, foi abatida pelo desânimo. Negação, desânimo e, muitas vezes, culpa são emoções normais nessas circunstâncias. Tais emoções nem sempre vêem na mesma ordem, mas, geralmente, elas emergem. Se estivermos preparados, poderemos lidar com elas assim que aparecerem.

3. Aceite a realidade. Nem sempre Deus interfere para impedir o mal, mas Ele ainda está no controle. Vivemos em um mundo onde coisas ruins acontecem a pessoas boas. Na guerra entre o bem e o mal ocorrem muitas baixas. Embora ainda permita que o mal siga seu curso, Ele está em meio ao sofrimento. Está presente para consolar os que choram, para animar os desanimados, fortalecer os fracos e para dar esperança ao desalentado.

Em meio à dor, pela fé, podemos segurar a Sua mão, deixar que Sua luz penetre a escuridão que nos envolve, e que Suas promessas tragam alento ao nosso coração. Podemos, sim, esperar por dias melhores.

Mark Finley

Fonte: novotempo.com

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Matemático tenta comprovar que ciência e Deus não são excludentes

O matemático britânico John C. Lennox, da Universidade de Oxford, defende com argumentos sólidos a possibilidade de coexistência entre o conhecimento científico e a religião em “Por que a Ciência Não Consegue Enterrar Deus”. O objetivo do livro é fornecer um amparo fortemente embasado para os cientistas, ou qualquer leitor, que sintam necessidade de debater em favor de sua crença.

Para o autor, alguns ateístas têm um “fervor religioso” tão grande, que chegam a perseguir homens da ciência que possuem algum tipo de fé. Em casos extremos, diz, eles não conseguem nem aceitar que pessoas com uma crença possam ser inteligentes e construir conhecimentos com base na realidade.

Ao longo dos capítulos, o autor usa linguagem simples e citações de outros autores para mostrar que as descobertas feitas pelo homem não excluem a existência de um Deus. Lennox também expõe o que considera as fraquezas da ciência e revela que a maior parte das respostas que ela oferece são especulações teóricas que precisam da fé da comunidade científica para existir. Ele ainda ressalta momentos em que os acadêmicos precisaram se desmentir e até voltar atrás com suas afirmações.

Entre os temas discutidos estão o embate entre as cosmovisões, a organização da natureza e do universo, a complexidade da biosfera, a origem da vida e do código genético e a proximidade com a religião mantida por grandes cientistas como Francis Bacon, Galileu Galilei, Isaac Newton e Clerk Maxwell.
Leia trecho inicial do capítulo “Deus – Uma Hipótese Desnecessária?”.

*
Deus – Uma Hipótese Desnecessária?

A ciência tem alcançado êxito impressionante na investigação do Universo físico e na elucidação de como ele funciona. A pesquisa científica também levou à erradicação de muitas doenças horríveis e nos deu esperanças de eliminar muitas outras. E a investigação científica alcançou outro efeito numa direção completamente diferente: ela serviu para libertar muita gente de medos supersticiosos. Por exemplo, ninguém precisa mais pensar que um eclipse da Lua é causado por algum demônio assustador, que necessita ser apaziguado. Por tudo isso e por inúmeras outras coisas devemos ser muito gratos.

Porém, em algumas áreas, o próprio sucesso da ciência tem também conduzido à ideia de que, por conseguirmos entender os mecanismos do Universo sem apelar para Deus, podemos concluir com segurança que nunca houve nenhum Deus que projetou e criou este Universo. Todavia, esse raciocínio segue uma falácia lógica comum, que podemos ilustrar como segue.

Tomemos um carro motorizado Ford. É concebível que alguém de uma parte remota do mundo que o visse pela primeira vez e nada soubesse sobre a engenharia moderna pudesse imaginar que existe um deus (o sr. Ford) dentro da máquina, fazendo-a funcionar. Essa pessoa também poderia imaginar que quando o motor funcionava suavemente o sr. Ford gostava dela, e quando ele se recusava a funcionar era porque o sr. Ford não gostava dela. É óbvio que, se em seguida a pessoa passasse a estudar engenharia e desmontasse o motor, ela descobriria que não existe nenhum sr. Ford dentro dele. Tampouco se exigiria muita inteligência da parte dela para ver que não é necessário introduzir o sr. Ford na explicação de funcionamento do motor. Sua compreensão dos princípios impessoais da combustão interna seria mais que suficiente para explicar como o motor funciona. Até aqui, tudo bem. Mas se a pessoa então decidisse que seu entendimento dos princípios do funcionamento do motor tornavam impossível sua crença na existência de um sr. Ford, que foi quem de fato projetou a máquina, isso seria evidentemente falso – na terminologia filosófica ela estaria cometendo um erro de categoria. Se nunca houvesse existido um sr. Ford para projetar os mecanismos, nenhum mecanismo existiria para que a pessoa entendesse.

Fonte:  Blog Sétimo Dia

“Você precisa ir ao lugar certo!"

Na última terça-feira, ao voltar para um estacionamento encontrei em meu pára-brisa um folheto que, mesmo sem o autor saber, fazia propaganda para o Diabo.

Ele começa com a seguinte mensagem: “[...] Se você ler esse folheto, e achar que precisa de ajuda, com certeza você precisa ir ao lugar certo!”

Até aqui tudo bem. Afinal, se quisermos resolver nossos problemas, não podemos sair por aí buscando a “solução” em qualquer lugar, de qualquer maneira. Se formos diretamente “ao lugar certo”, pouparemos tempo, economizaremos energia e preservaremos nossa saúde mental das desilusões.

O problema é que “o lugar certo” apontado pelo o folhetinho eram os “guias de luz”, as “cartas”, os “búzios” e a “consulta mediúnica”. Você percebeu que o ser humano se preocupa mais em “dar a solução à vida” do que com o tipo de solução que lhe é apresentada? O “importante” é que “eu encontre uma saída”, venha ela de onde vier.

As pessoas não se preocupam em descobrir quem é que está lhes propondo a “felicidade”: Deus ou Satanás. Isso é terrível, pois, levará muitos à perdição eterna (Mt 7:13, 14) e ao fracasso nessa vida. Não é de surpreender que Apocalipse 20:8, 9 nos mostre que o número de perdidos é muito maior que a quantidade de salvos (Ap 7:9).

A Bíblia não ensina que existe “um lugar certo” para irmos resolver nossos problemas. Ela ensina sim é que há uma Pessoa Certa: “Venham a mim [Jesus Cristo], todos vocês que estão cansados de carregar as suas pesadas cargas, e eu lhes darei descanso. Sejam meus seguidores [não seguidores da feitiçaria ou do espiritismo] e aprendam comigo porque sou bondoso e tenho um coração humilde; e vocês encontrarão descanso [...] .” (Mt 11:28-30)

Cristo jamais ofereceu ao ser humano a feitiçaria, cartomancia, búzios e consulta mediúnica como “recursos de Deus” para resolver problemas. Afinal, Ele sabia ser a única saída para o ser humano (Jo 15:5) e tinha consciência de que qualquer prática espiritualista é condenada por Deus (Dt 18:10-14), por ter origem com o Diabo, anjo caído que foi expulso do Céu (Ap 12:7-9. Confirma 1Sm 28; 2Co 11:14, 15; Mt 24:24).

Jesus sabia que recorrer às práticas sugeridas pelo folheto colocado em meu carro contaminam o ser humano espiritualmente e afastam de Deus: “Não procurem a ajuda dos que invocam os espíritos dos mortos e dos que adivinham o futuro. Isso é pecado e fará com que vocês fiquem impuros. Eu sou o SENHOR, o Deus de vocês.” (Lv 19:31).

Além disso, Ele mesmo (pois é Deus – Cl 2:8,9) havia dado a ordem para executar aqueles que insistissem na prática da feitiçaria e seus “derivados”, depois de receberem a revelação Divina sobre o assunto: “Qualquer homem ou mulher que invocar os espíritos dos mortos ou praticar feitiçarias deverá ser morto a pedradas. Essa pessoa será responsável pela sua própria morte.” (Lv 20:27).

O Salvador, como profundo conhecedor da Bíblia (Lc 24:27, 44) também conhecia o texto de 2 Reis 21:6, onde o profeta conta que alguns dos pecados praticados pelo rei Manassés – e que mais irritaram a Deus – foram a feitiçaria e a consulta a médiuns: “[...] fazia adivinhações e feitiçarias e consultava adivinhos e médiuns. Pecou muito contra Deus, o SENHOR, e fez com que ele ficasse irado.”

Além disso, o Senhor estava a par da revolução espiritual feita pelo justo rei Josias, que envolveu a retirada imediata de feiticeiros e médiuns do meio do povo de Israel: “Aboliu também Josias os médiuns, os feiticeiros, os ídolos do lar, os ídolos e todas as abominações que se viam na terra de Judá e em Jerusalém, para cumprir as palavras da lei, que estavam escritas no livro que o sacerdote Hilquias achara na Casa do SENHOR.” (2Rs 23:24, versão Almeida, Revista e Atualizada).

O folheto também prometia “ajudar a pessoa” a fazer “amarração para o amor”. Quem o escreveu esqueceu (ou não sabe) que “Deus é amor” (1Jo 4:8, 16) e que Ele e tal sentimento que provém dEle não podem ser “amarrados” por ninguém.

O amor vem do Espírito Santo (Rm 5:5) e não através de práticas de feitiçaria. Amor se conquista e não se impõe. Não se compra. Se as pessoas não compreenderem isso, além de serem enredadas pelo diabo com práticas espiritualistas e ocultistas, serão frustradas no amor e desiludidas com a vida.

Que isso jamais aconteça com você e nem comigo, caro leitor!

Leandro Quadros

Fonte: novotempo.com/namiradaverdade