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sábado, 5 de novembro de 2011

Porque guardar o sábado?

 Gênesis cap.2

    1 Assim foram acabados os céus e a terra, com todo o seu exército.

    2 Ora, havendo Deus completado no dia sétimo a obra que tinha feito,descansou nesse dia de toda a obra que fizera.

    3 Abençoou Deus o sétimo dia, e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra que criara e fizera.

1.                  Sabemos que Deus não se cansa nem se fadiga, portanto, se descansou no dia sétimo, foi para nos ensinar um outro propósito.

2.                  Deus abençoou o dia sétimo, portanto o dia sétimo passa a ser uma coisa bendita por Deus.

3.                  Deus santificou o sábado, portanto, o que é santo não podemos violar ou alterar.

   Êxodo cap. 20

    8  Lembra-te do dia do sábado, para o santificar.

    9  Seis dias trabalharás, e farás todo o teu trabalho;

    10 mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus. Nesse dia não farás trabalho algum, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o estrangeiro que está dentro das tuas portas.

    11 Porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou; por isso o Senhor abençoou o dia do sábado, e o santificou.

O sábado foi dado apenas para os judeus?

Quando o sábado foi estabelecido na criação, não haviam judeus. O sábado foi criado para o ser humano e não apenas para os judeus.

    Marcos cap. 2

    27 E prosseguiu: O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado.

    28 Pelo que o Filho do homem até do sábado é Senhor.

 Sou cristão e guardo o domingo porque Jesus cumpriu a lei e a pregou na cruz do calvário.

1.                  Não há base bíblica para mostrar que Jesus cravou na cruz os mandamentos de Deus.

2.                  Jesus cravou na cruz todas as festas do povo de Israel que apontavam a vinda do Cristo:

·                     Os sacrifícios de cordeiros
·                     A incircusisão
·                     As festas e leis cerimoniais
·                     Luas novas

Como mostrar que, mesmo após a morte de Jesus, seus discípulos continuavam guardando o sábado?

    Lucas cap. 23

    50 Então um homem chamado José, natural de Arimatéia, cidade dos judeus, membro do sinédrio, homem bom e justo,

    51 o qual não tinha consentido no conselho e nos atos dos outros, e que esperava o reino de Deus,

    52 chegando a Pilatos, pediu-lhe o corpo de Jesus;

    53 e tirando-o da cruz, envolveu-o num pano de linho, e pô-lo num sepulcro escavado em rocha, onde ninguém ainda havia sido posto.

    54 Era o dia da preparação, e ia começar o sábado.

    55 E as mulheres que tinham vindo com ele da Galiléia, seguindo a José, viram o sepulcro, e como o corpo foi ali depositado.

    56 Então voltaram e prepararam especiarias e ungüentos. E no sábado repousaram, conforme o mandamento.

Este foi o 1.º sábado após a morte de Jesus.

    Atos cap. 18

    1 Depois disto Paulo partiu de Atenas e chegou a Corinto.

    4 Ele discutia todos os sábados na sinagoga, e persuadia a judeus e gregos.

Paulo se converteu depois da morte de Jesus, ou seja, não foi seu discípulo. Ele persuadia tanto judeus como gregos, e os gregos não guardavam o sábado.

    Lucas cap. 4

    16 Chegando a Nazaré, onde fora criado; entrou na sinagoga no dia de sábado, segundo o seu costume, e levantou-se para ler.

Isto mostra que Jesus, quando vivo, guardava o sábado.

Como cristão, eu celebro o dia da ressurreição de Cristo, que é o domingo?

    Hebreus cap. 4

    4 pois em certo lugar disse ele assim do sétimo dia: E descansou Deus, no sétimo dia, de todas as suas obras;

    5 e outra vez, neste lugar: Não entrarão no meu descanso.

    9 Portanto resta ainda um repouso sabático para o povo de Deus.

Na Bíblia não há um verso sequer que mostre que, porque Jesus ressuscitou no domingo, devemos guardar o domingo.

Porque se guarda o domingo?

Quando o imperador romano mandou matar todos os judeus, usou como critério de seleção os que guardavam o sábado. Tanto judeus quanto cristãos foram perseguidos e mortos.

 

O imperador romano Constantino instituiu, em 331 AD, um decreto de guarda do domingo, que era um costume pagão.

Porque não pode ser outro dia?

Deus estabeleceu o sétimo dia e não o segundo nem o terceiro, nem o oitavo. O que foi estabelecido por Deus é inquestionável.

    Atos cap. 5

    29 Respondendo Pedro e os apóstolos, disseram: Importa antes obedecer a Deus que aos homens.

Para Deus não há mensuração de pecado. Não se pode guardar apenas alguns mandamentos:

    Tiago cap. 2

    10 Pois qualquer que guardar toda a lei, mas tropeçar em um só ponto, tem-se tornado culpado de todos.

    11 Porque o mesmo que disse: Não adulterarás, também disse: Não matarás. Ora, se não cometes adultério, mas és homicida, te hás tornado transgressor da lei.

    12 Falai de tal maneira e de tal maneira procedei, como havendo de ser julgados pela lei da liberdade.

Ninguém pode guardar o sábado para salvar-se. A salvação vêm unicamente pela graça de nosso Senhor mas, uma vez que Ele te salvou, você deve viver em obediência a Ele.

Ninguém sabe que dia da semana foi o sábado original?

Pode-se provar através de um cuidadoso estudo histórico dos dias da semana e da cronologia à luz da Bíblia que nenhum dia se perdeu desde a criação do mundo e que o sábado é o mesmo até hoje.

Ao contrário, não temos nenhuma prova histórica nem bíblica que mostra que o 7.º dia da criação do mundo recai hoje sobre o domingo.
A etimologia bíblica da palavra sábado quer dizer DIA DE DESCANSO ( Deus reservou o sábado para descansarmos nEle ), no entanto, Deus nos pede para guardar e santificar o Sétimo Dia ( que não pode ser o domingo ).

 Marcelo Magalhães Macedo

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Vida Diária com DEUS: Como Vencer pela Fé


1. Diagnóstico comum a todo pecador(a)

Todos nós, temos nossos pontos fracos. É comum dar-se conosco o seguinte:

a) Cair frequentemente nos pecados rotineiros, embora faça propósitos de ser fiel a DEUS, e tenha desejo de não cair mais;

b) Com o tempo, acostuma-se a cair e a se arrepender, mas torna a cair, aparentemente nada muda em sua vida;

c) Vem a frustração, parece que DEUS o(a) abandonou, ou que não tem mais jeito.

d) Torna a fazer propósitos, ora, lê a Bíblia, às vezes até busca aconselhamento, e no entanto, nada muda.

e) O desespero vai aumentando, sente-se um(a) fracassado(a), e muitos concluem que não há solução para eles(as).

2. A realidade dos fatos

A causa de tal situação, lutar com DEUS sem resultado, é uma só: não anda com DEUS durante o dia todo, só por uns momentos, e às vezes, passam dias sem se encontrar com DEUS, ou de andar com Ele. Esse foi o caso de Jacó, por exemplo, quando se viu só, no deserto. Então ele ajoelhou-se e apresentou a DEUS seu arrependimento. Esse arrependimento foi sincero, mas a sua situação não foi resolvida. Por que?

Perceba que Jacó continuou com as mesmas práticas de enganar os outros. Ele tanto foi enganado pelo seu sogro quanto o enganou. Então, onde ficou aquele arrependimento no deserto, quando DEUS Se apresentou a Jacó em sonho, quando ele viu a escada que unia a Terra ao Céu? Será que naquela ocasião o arrependimento de Jacó foi superficial? Será que não foi autêntico? Será que ele se arrependeu mesmo?

Sim, Jacó se arrependeu de verdade naquela ocasião. E nos casos do diagnóstico acima, geralmente essas pessoas se arrependem inteiramente, mas continuam falhando. O que lhes falta então? Falta-lhes o mesmo que a Jacó, elas se arrependem, mas esquecem, ou nem sabem, que para não pecarem mais, só o arrependimento não é suficiente. Elas precisam de uma força a mais que a delas. Falham por que:

a) não se encontram regularmente com DEUS;

b) não andam com DEUS;

c) esquecem de DEUS nos momentos de suas dificuldades.

Espiritualmente nós somos como crianças. Somos muito fracos, incapazes de conduzir nossa vida sem um poder superior. Precisamos a cada momento de DEUS. Mas, como se faz isso?

3. Como obter poder de DEUS para vencer nossas fraquezas

É muito simples, mas como as pessoas não sabem, lutam, como Jacó, que lutou durante 20 anos na casa do sogro, e nada nesse tempo chegou a mudar em sua vida: continuava enganando e sendo enganado. A grande mudança em Jacó ocorreu na noite em que Ele lutou com DEUS, no vale do Jaboque, na véspera do encontro com seu irmão. Essa foi a tal angústia de Jacó. Ele estava mesmo com motivos para ficar angustiado, pois se passaram duas décadas, e ele continuava o mesmo enganador de sempre. Será que DEUS ainda estaria com ele, pecador como continuava sendo, ao encontrar-se com seu irmão? Sim claro, o fato é que DEUS foi ter com Ele, e, Jacó, não O reconhecendo, pôs-se a brigar com DEUS, pensando ser um assaltante. Então ali Jacó se arrependeu para mudar de vida. Depois daquele dia Jacó passou a andar mais perto de DEUS, era outro homem, tanto que DEUS então resolveu mudar o seu nome para Israel.

Aí está o ponto, arrepender-se para mudar de vida. Isso requer algumas providências a mais do que simplesmente arrepender-se. Elas são os seguintes procedimentos bem práticos, que necessitam ser observados para que não nos afastemos de DEUS justamente na hora da tentação. O nosso grande problema é que confiamos demais em nossas capacidades pessoais, e na verdade elas são insuficientes para nos transformar em outra pessoa. Há certos momentos, aqueles momentos críticos, que precisamos espiritualmente pegar na mão de CRISTO. Vejamos como se faz isso, aliás, é bem fácil.

a) Em primeiro lugar, é preciso colocar DEUS como O primeiro em nossa vida.

b) Depois, é preciso encontrar-se com DEUS por três vezes ao dia. Isso se faz em oração, uma pela manhã, que pode ser na atividade espiritual no item anterior, e mais duas orações, de joelhos, em lugar reservado. Isso aprendemos de Daniel, ele orava três vezes ao dia de joelhos. Não quer dizer que não orasse mais vezes, de outras formas, em outros lugares.

c) Então falta ainda a experiência de Enoque, a de andar durante todo o dia com DEUS. Nesses dias finais, de grande luta espiritual, precisamos nos apegar a DEUS mais que Daniel e mais que Enoque, certo? Os nossos dias são piores que os deles, são os piores de toda a história. Nós precisamos de um diálogo permanente com DEUS, de um “orar sem cessar”. É isso que nos falta, para nos tornarmos vencedores contra as tentações que já se tornaram rotina em nossa vida. Como fazer isso? Vejamos em forma de itens, mas cada um pode adaptar o método para si mesmo. O importante é que tome providências para, por exemplo, meia hora ou uma hora após a sua oração, não se esqueça de DEUS, e venha a cair nos erros de sempre.

• Invente um artifício para não se esquecer de DEUS. Pode ser um bilhete discreto que só você entende, mas quando o vê sabe que deve lembrar-se de DEUS. E cada vez que lembrar d’Ele, faça uma oração a Ele, ou simplesmente fale com Ele como se fosse um amigo. Isso pode ser em pensamento. Entendeu a lógica? Crie formas visuais (não ídolos, é claro) para a cada pouco lembrar de DEUS. Por exemplo, quando estou em aula, levo junto uns papeizinhos onde coloco bem grande a letra “D”, que quer dizer DEUS. Coloco em cima da mesa. Como a cada pouco olho para a mesa, assim lembro de DEUS. E tenho um propósito, cada vez que lembrar d’Ele, falo com Ele alguma coisa, esses assuntos entre amigos íntimos.

Quanto mais faço isso, melhores são as aulas. Um dia desses, de uma turma de 62 alunos, numa aula muito difícil, no final de uma explanação, bateram palmas. Agradeci a DEUS, pois estava ali comigo, e eu com Ele. Perceba bem, esse lembrete é para lembrar-se de falar com DEUS a cada pouco. Dou um exemplo.

Dias atrás, consertava parte do telhado de minha casa. A todo momento falava com DEUS sobre o que fazia, e pedia opinião a Ele. Sentia nos pensamentos as Suas respostas, e fiz um bom trabalho, ou seja, fizemos juntos um bom trabalho. Foi uma experiência muito gostosa, eu e DEUS consertando o telhado!

• Perceba bem o seguinte, não adianta DEUS estar com o(a) irmão(a), se não estiveres com Ele. E nós somos muito esquecidos e distraídos, quando entramos no corre-corre diário, simplesmente como que deletamos o conceito da presença de DEUS em nossa vida. Então temos que criar uma ou mais formas de lembrarmos d’Ele, e estarmos juntos, não só Ele conosco, mas nós com Ele.

• Mas isso ainda não é suficiente. E, se naquele momento em que vier aquela velha e poderosa tentação? E se simplesmente o lembrete não estiver lá, ou se não o vermos? Aí precisamos de mais uma outra solução emergencial. Precisamos habituar a nossa mente a pedir socorro nesses instantes. Isso também não é difícil. Como se faz isso?

• Para isso deve-se criar o hábito, ou seja, repetir algo uma quantidade de vezes até que, no momento em que a tentação aparecer, vai lembrar de DEUS. Se lembrar d’Ele, ore pedindo socorro. Basta por exemplo dizer uma ou duas palavras, como: DEUS, me ajude agora. E, tenha certeza, o poder da tentação desaparece milagrosamente sobre a sua pessoa. Então, já a salvo, não deixe de fazer outra oração de agradecimento, e pedindo forças para vencer da próxima vez. Peça que satanás seja afastado.

• Como se adquire o hábito de pedir socorro a DEUS? Já dissemos, por repetição. Quando não estiver sendo tentado, imagine-se (isso é meditação) sendo tentado, e então, ore pedindo socorro. Faça isso muitas vezes, todos os dias. Anote num lembrete para fazer isso. É para se lembrar de DEUS no momento da emergência. Os bombeiros que apagam incêndios, por exemplo, são treinados para agirem quase que automaticamente nos casos de tragédias. Eles decoraram bem o que devem fazer, e o fazem quase sem pensar, em grande velocidade. Ore pedindo a DEUS que o ajude nisso.

• Para reforço, pode, por exemplo, em seu lembrete, incluir orar de hora em hora do jeito que estiver e onde estiver, para pedir que durante a próxima hora não se esqueça de pedir socorro caso seja tentado por satanás. E pode pedir preventivamente que o inimigo se afaste de você por esse tempo. Mas, como nós somos livres, quem garante que ao ver um cartaz de rua, ou uma música, ou encontrar um amigo, ou seja lá o que for, aquilo desencadeie a sua fraqueza, e então se veja na iminência de cair em pecado? Para isso precisa lembrar nesse exato momento de DEUS, e numa curta oração pedir força a Ele. Uma coisa é certa, Ele atende em menos de um segundo.

d) Isso sugerido acima ainda não é suficiente para vencer as tentações. É preciso agir sobre os pensamentos. Há aquelas tentações que, depois de cairmos, sentimos nojo do que fizemos, e não queremos fazer mais. No entanto, como nos habituamos a elas, e na verdade gostamos, após um certo tempo, caímos outra vez. Como acontece isso? Acontece por meio de nossa mente. Passa um tempo após a queda, e a mente retorna a pensar no assunto e aos poucos a sentir desejo de repetir a experiência, embora não desejemos. É contraditório, mas é sempre assim. No início dos pensamentos, quando eles retornam após uma queda, pensamos só um pouco de cada vez. Parece bem inocente, mas vamos sendo dominados por esses pensamentos, até que não os podemos combater mais, até que se torna irresistível. Então pen-samos longamente naquele pecado, ele outra vez domina e controla a nossa mente. Não queremos isso, mas a mente gosta. A situação vai piorando, até que ocorre outra queda. Aí tudo se repete: sentimos nojo, nos sentimos arrependidos, um trapo, depois a mente outra vez pensa no assunto, e assim por diante…

Portanto, é preciso reeducar a mente contra o mal. Isso não é muito fácil. Não tente por você mesmo pois não vai conseguir. Por suas próprias forças não há como conseguir. O que fazer nesses casos? É o mesmo que no item anterior, mas sendo uma luta interna, contra maus pensamentos, a luta precisa ser um pouco mais renhida. Faça o seguinte:

• Não espere a queda, ore em suas três orações diárias, pedindo forças a DEUS para aquele dia sobre aquela(s) tentação(es) específica(s).

• Ore também de hora em hora se o caso for muito dramático.

• Treine lembrar-se de DEUS nos momentos da tentação. Nesse caso, precisa lembrar-se de DEUS no momento em que vem o tal pensamento. Precisa orar imediatamente assim que o tal pensamento aparecer em sua mente. Desse modo vai vencer, pois DEUS dará toda a força necessária para tal.

• Outra coisa que pode fazer nesses momentos de pensamentos maus, ou de qualquer tentação, além de orar, é, quando a tentação aparecer, mudar de ambiente, ou fazer alguma coisa que ocupe a sua mente, ou falar com alguém sobre qualquer assunto, enfim, ocupar a mente com outra coisa. Essa é a sua parte, fazer alguma coisa, DEUS fará o resto, mas você deve orar e agir, não ficar passivo. E não lute sozinho, sempre ore, sempre! Mesmo após as primeiras vitórias, não pense que já é poderoso para conseguir vencer sem DEUS, isso é impossível.

e) Experimente um precedente de vitória. Isso é importante. Há pessoas que alimentam pecados durante anos, ou décadas, e nunca experimentaram uma vitória com DEUS. Tudo pode ser vencido se recorremos a DEUS. É o seguinte, cada vez que conseguir vencer uma tentação, isso é uma vitória, e facilita para outras vitórias. Há pessoas, não poucas, que estão a tempo na igreja, e ainda não sentiram o sabor de uma vitória sobre alguma tentação repetitiva. Lute como acima, e sinta a sua primeira vitória, que é evitar cair num daqueles ataques. Cada vez que consegue, com DEUS, evitar uma queda, será uma vitória. Essas experiências fortalecem a fé, e aumentam o poder para continuar vencendo. Portanto a primeira vitória é a mais importante, pois é precedente de outras. A cada vitória agradeça a DEUS, pode fazer isso muitas vezes. A primeira vitória é um precedente bom para outras vitórias. Ela abre a porta para facilitar outras vitórias. A cada vitória ficará mais forte espiritualmente, se sentirá mais seguro andando com DEUS, e apreciará cada vez mais a Sua companhia. Com o tempo se tornará um(a) campeão(ã) com DEUS, uma pessoa poderosa, vencedora na vida espiritual. Mas não será por sua força, e sim, pelo poder de DEUS ao qual se acostumou recorrer quando necessitado. Vai, pela experiência, acostumar-se a sentir DEUS a seu lado. Foi assim com Enoque. Com o tempo o tal pecado e sua tentação tornam-se fracos, e depois desaparecem, não incomodando mais. Mas isso pode levar semanas, meses e eventualmente até anos. De qualquer forma, com relação a tal fraqueza, mesmo superada, não podemos relaxar e baixar a guarda.

f) Para isso, é importante que queira vencer as suas tentações, que sinta nojo delas, e se sinta insuficiente, incapaz, e que necessita do poder de DEUS. E Ele nunca falha.

g) Se for o caso, e se for recomendável, pode pedir a um(a) amigo(a) ou mais pessoas, que orem por seu caso. Mas se o assunto não pode ser divulgado, cuide com a pessoa que escolher, talvez seja melhor lutar só com DEUS que revelar um segredo que pode sujar sua reputação. Pode pedir a outras pessoas que orem mas sem saberem do que se trata.

h) Muito importante, aprenda a MEDITAR. O que é meditar? É, a qualquer momento, ficar pensando em algum assunto. No caso, é muito bom meditar com DEUS. Imagine-se, por exemplo, sendo um dos discípulos, lá junto com JESUS. Faça de conta que está com JESUS, fale com Ele, ouça-o em seus pensamentos. Leve seus problemas a Ele. Pode também ouvir o que Ele falava naquele tempo, revendo as histórias bíblicas. Para meditar é bom fechar os olhos. Os momentos mais favoráveis são ao dormir e ao levantar. Você adormece meditando, e tem um sono tranqüilo. E, ao acordar, inicie o dia meditando em algum assunto da Bíblia. Há muitos assuntos para se meditar. A melhor experiência em meditação que tive foi sobre os momentos que se seguiram à ressurreição de JESUS, e todos os lances a eles relacionados.

Parecia que JESUS, em pessoa, estava ali, orando sobre o alimento, quando aqueles dois discípulos chegaram com Ele em sua casa… na meditação, eu era um deles, e saímos correndo logo a seguir de volta a Jerusalém, para levar a notícia aos demais. “Os anjos celestiais devem atuar constantemente para levar o homem, o instrumento vivente, a olhar para Jesus, contemplá-Lo e meditar sobre Ele, a fim de poder, em face à perfeição de Cristo, ficar impressionado com as imperfeições de Seu próprio caráter” (Olhando para o alto, MM, 1983, 338).

4. Essas dicas acima não tem nada de especial. É o que todos nós deve-ríamos ter feito desde sempre. Vai ver, os personagens bíblicos poderosos venceram por meio delas. Ou seja, assim simplesmente estaremos o tempo todo com DEUS, e enquanto estivermos com Ele, pois Ele é certo que está conosco, não há como sermos derrotados pelas tentações. Se, no entanto, ainda cairmos outra vez, não desistamos, voltemos a lutar. Agarremo-nos ainda mais a DEUS, intensificando a luta real (como acima sugerido) e certamente venceremos. Foi para estes casos que Paulo escreveu Romanos 3:9 a 20 e o capítulo 7 inteiro. Leia esses trechos, e entenderá a nossa situação de pecadores, e como DEUS quer nos livrar dela. Após adquirir o hábito de orar, de lembrar-se de DEUS frequentemente durante o dia, e perceber que não se esquece mais de DEUS enquanto realiza o seu trabalho profissional diário, então pode dispensar os lembretes. Eles servem somente para formar o hábito, nada mais.

Prof. Sikberto Renaldo Marks

Fonte:  Blog Sétimo Dia

Uma Reflexão Bíblica Sobre o Dia de Finados

Segundo a Enciclopédia Online Wikipédia, o Dia dos Fiéis Defuntos, Dia dos Mortos ou Dia de Finados é celebrado pela Igreja Católica no dia 2 de Novembro, logo a seguir ao Dia de Todos-os-Santos.

Desde o século II, os cristãos rezavam pelos falecidos, visitando os túmulos dos mártires para rezar pelos que morreram. No século V, a Igreja dedicava um dia do ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém lembrava. Também o abade de Cluny, santo Odilon, em 998 pedia aos monges que orassem pelos mortos. Desde o século XI os Papas Silvestre II (1009), João XVII (1009) e Leão IX (1015) obrigam a comunidade a dedicar um dia aos mortos.

No século XIII esse dia anual passa a ser comemorado em 2 de novembro, porque 1 de novembro é a Festa de Todos os Santos.

O Brasil por ser um país predominantemente católico, adotou essa data como feriado nacional segundo as leis n°10.607/02 e n° 662/49.

Os protestantes e evangélicos não recomendam a oração pelos mortos por que essa doutrina é desprovida de apoio Bíblico. Já os católicos afirmam haver respaldo no Livro de II Macabeus 12,43-46, mas a canonicidade desse livro não é reconhecida pela maioria das religiões cristãs.

É durante o estado de vida, que o ser humano é convidado a aceitar a salvação pela fé em Cristo Jesus (Gal 2:16; Atos 4:12; I João 5:11-12) e aguardar o dia da gloriosa ressurreição onde Deus chamará os que dormem para devolver-lhes a vida (I Tess 4:16-17, I Cor 15:51-54). Mas não há nada que se possa fazer para ajudar alguém a aceitar essa verdade, depois de descer a sepultura.

O motivo é que para alguém ser salvo, é necessário crer em Jesus, pois sem Jesus somos pecadores perdidos (Rom 3:23; 6:23); confessar sua condição pecaminosa (I João 1:9; Miq 7:18,19) e arrepender-se dos seus pecados (Atos 3:19; I João 1:9). Porém os mortos estão inconscientes, “não sabem coisa alguma”, não pensam, nem agem (Eclesiastes 9:5, 6 e 10; Salmo 146:4). Como pode então, um morto, crer, confessar e arrepender-se em seu estado mortal?

O apóstolo João declarou em Apocalipse 14:13 – Felizes (Bem Aventurados) são os mortos que descansaram no Senhor… ou seja; durante o estado “vivo” (Racional), tomaram a decisão por aceitar o plano da salvação. A felicidade é creditada pelo fato de que um dia Deus devolverá a vida a estas pessoas e por isso, a morte é comparada para estes, como um sono.

Embora muitos no dia 02 de novembro, tenham vertido lágrimas diante dos túmulos pela ausência afetiva e pessoal de um familiar ou amigo falecido, a Bíblia não nos deixou sem esperança. A morte não será um fim em si mesma para aqueles que morreram em Cristo. Resta uma esperança a estas pessoas e a todos que crêem.
“Eis que vos digo um mistério: Nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. Porque é necessário que este corpo corruptível se revista da incorruptibilidade, e o que é mortal se revista da imortalidade… Então se cumprirá a palavra que está escrita: Tragada foi a morte pela vitória. Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?” (I Corintios 15:51-55)
É preciso valorizar mais os vivos e não os mortos. Os vivos podem tomar a decisão por Jesus enquanto são vivos, mas os mortos já estão com o destino selados pelas escolhas que fizeram em vida. Isso não que dizer que que as boas lembranças de um falecido devam ser esquecidas. Assim como contamos lindas histórias de personagens bíblicos já falecidos, creio que existam milhares de pessoas que deixaram um bom legado e cujo testemunho ainda soa como exemplo de vida.

Certa vez uma mulher me contou que o seu esposo nunca a presenteou com flores e rosas, mas que no dia de finados, os parentes já falecidos, recebiam homenagens que ela nunca recebera durante os longos anos de vida conjugal. Essa mulher clamava por socorro: “Eu estou viva e preciso de atenção”.

Olhe ao seu redor e verás pessoas carentes de bons relacionamentos, apoio, carinho, amor, atenção, mas principalmente, de encorajamento, para “Buscarem o Senhor enquanto se pode achar…” (Isa 55:6).

Concentre os seus esforços por aqueles que ainda estão debaixo do sol (os vivos) e que almejamos encontrá-los um dia no céu. Hoje mesmo, leve a estas pessoas um presente. Pode até ser uma flor, uma rosa, mas não se esqueça do principal, o melhor presente, Aquele que é a ressurreição e a vida – Cristo Jesus.

Fonte:  Blog Sétimo Dia

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

O Dia de Finados não Passa de Tradição


O dia de finados teve origem entre os clérigos romanos no início da paganização do cristianismo, institucionalizada na Igreja Católica Romana. Antes mesmo de o dia de finados ser criado, o culto aos mortos já existia no mundo pagão, e quando começou a ser praticado – inicialmente de forma sutil e depois mais abertamente – pela Igreja Católica Romana, sofreu a crítica de um pequeno grupo de cristãos da época, centrados no ensino da Palavra de Deus, e que foram rechaçados pelos líderes de Roma. Posteriormente, essa prática só aumentou.

Na época carolíngia, que compreende os séculos 9 e 10dC, surgiu o registro dos vivos e mortos a serem lembrados nas missas, como ocorre ainda hoje em toda Igreja Católica Romana, tomando o lugar dos antigos dípticos, tabuinhas de cera onde figuravam os nomes dos doadores de oferendas. Esses registros eram chamados libri vitae (livros da vida) e incluíam os vivos e os mortos.

Não muito tempo depois de criados esses registros, os mortos foram separados dos vivos nessas listas. Já no 7º século, na Irlanda, passou-se a escrever os nomes dos mortos em rolos que eram lidos nos monastérios e igrejas. Essa tradição deu origem às necrologias, lidas nos ofícios católicos romanos, e aos obituários que lembravam os serviços e obras dos defuntos nas datas em que completavam aniversário de falecimento. Os libri memorialis, como eram conhecidos, na época carolíngia continham de 15 mil a 40 mil nomes a serem lembrados. As necrologias da Abadia de Cluny, na França, faziam menção a 40 ou 50 nomes de defuntos por dia.

No 11º século, exatamente entre 1024 e 1033dC, Cluny instituiu a comemoração dos mortos em 2 de novembro, estabelecendo a conexão deste dia com o chamado dia de todos os os santos. O dia de todos os santos foi criado pela Igreja Católica Romana em 835dC e comemorado no dia 1º de novembro em honra aos mortos, mas foi o abade beneditiano Odílio (962-1049dC), de Cluny, que modificou e substituiu o tal dia de finados, que seria um dia reservado às orações pelas almas no purgatório. O dia de finados começou a ser aceito por Roma em 998dC, juntamente com a celebração do dia de todas as almas, e foi oficializado no início do século 11, sendo cristalizado já no século 20.

É interessante notar que o dia de todos os santos, de onde tudo começou, foi copiado dos cultos pagãos dos celtas e dos gauleses. A festa dos espíritos era celebrada pelos celtas em 1º de novembro. Nessa data os celtas ofereciam sacrifícios para liberar os espíritos que eram aprisionados por Samhain, o príncipe das trevas. O império romano também absorveu o dia de pomona, dos gauleses, transformando as duas festas em uma só. Posteriormente, a Igreja Católica Romana tomou a data para celebração do dia de todas as almas, absorvendo a crendice dos pagãos.

Em 1439, quando Roma bateu o martelo decisivamente pró doutrina do purgatório, o dia de finados foi fortalecido, sendo confirmado definitivamente com o Concílio de Trento, no século 16, que inseriu na Bíblia católica romana os livros apócrifos. É no livro apócrifo de 2 Macabeus que se baseia o culto aos mortos, promovido por Roma todo mês de novembro.

Os católicos romanos alegam que Judas realizou sacrifício pelos mortos no livro de Macabeus (2 Macabeus 12.44-45), mas não podemos de forma alguma tomar este livro como sendo parte das Escrituras Sagradas. O autor de Macabeus, ao final do livro, pede desculpas por algum erro que possa ter cometido. Se fosse um livro inspirado por Deus, o Senhor precisaria pedir perdão por alguma coisa? Veja o que o epílogo do livro de Macabeus afirma: “Finalizarei aqui a minha narração. Se ela está felizmente concebida e ordenada, era este meu desejo; se ela está imperfeita e medíocre, é que não pude fazer melhor”, 2 Macabeus 15.38.

As pessoas as vezes preferem acreditar mais em tradições humanas e experiências pessoais do que procurar estudar a Bíblia para verificar o que ela realmente fala a respeito do assunto. Não há base, em nenhum trecho das Sagradas Escrituras, para o purgatório. Não se deve orar pelos mortos porque a Bíblia diz que, depois da morte, segue-se o juízo (Hebreus 9.27).

Veja o absurdo ensinado pelos romanistas ao falarem do purgatório: “Se alguém disser que, depois de receber a graça da justificação, a culpa é perdoada ao pecador penitente e que é destruída a penalidade da punição eterna, e que nenhuma punição fica para ser paga, ou neste mundo ou no futuro, antes do livre acesso ao reino a ser aberto, seja anátema” (A Base da Doutrina Católica Contida na Profissão de Fé, Seção VI, papa Pio IV).

Como pode-se ver, a doutrina do purgatório simplesmente menospreza a obra expiatória de Cristo na cruz do Calvário, quando a Bíblia diz que o que Jesus fez é definitivo. Se alguém está em Cristo, nenhuma condenação há (Romanos 8.1), há completo livramento do juízo vindouro (João 5.24). Como, então, ensinar que Deus queima seus filhos no purgatório para satisfazer à sua justiça já satisfeita pelo sacrifício de Cristo, ou mesmo para satisfazer a si mesmo, como se o que Cristo fez não fosse suficiente? Como Deus pode purgar pecados já expiados? Além disso, teria o papa mais poderes que Jesus, já que Roma ensina que Jesus, que do Céu intercede pelos pecadores, vê-se impossibilitado de livrar as almas que estão no purgatório, e só o papa possui a chave daquele cárcere?

Orar por quem já morreu NÃO adianta. É antibíblico e inócuo. O dia de finados não se sustenta, porque ele é uma mera tradição religiosa, nada mais que isso. É uma invenção religiosa, bem explorada pelo comércio e pela Igreja Católica Romana. Uma farsa, como qualquer outra. Devemos orar pelos vivos. Isso sim é bíblico!

Pense Nisso…

Fonte: IQC

Deve um cristão comemorar o Halloween ou Dia das Bruxas?

A maioria das pessoas consideram o Halloween como uma festa inofensiva para os seus filhos, que lhes permite ter uma noite de “fantasia e diversão.”

Mas será que este padrão é válido para os cristãos? Vestir-se como fantasmas, demônios e bruxas “não é grande coisa”? Ou fazer isto é estar glorificando e dando poderes a Satanás?

Se temos verdadeiramente empenhado nossos corações e nossas vidas a Cristo, nós devemos nos propor a estarmos separados do mundo, como pessoas que procuram refletir a bondade e o amor de Deus. O apóstolo Paulo em Filipenses 4:8 aconselha os cristãos a preencherem continuamente suas mentes com o que é bom. Um olhar cuidadoso e honesto sobre o Halloween revela que pouco ou nada é bom nesta festa. Pelo contrário, é um dia que aponta para o satanismo, para o medo, e para a gula.

Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniqüidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas? Que harmonia, entre Cristo e o Maligno? Ou que união, do crente com o incrédulo? (2 Coríntios 6:14-15)

Embora a palavra Halloween signifique “santo ou noite sagrada”, a história mostra que nada poderia estar mais longe da verdade do que esta festa. Halloween é claramente uma relíquia dos tempos pagãos, e ela nunca refletiu nenhuma verdade ou virtudes cristãs.

Os costumes ligados ao Halloween estão comumente ligados a uma festa celebrada pelos sacerdotes druidas, das tribos Celticas que ocuparam o norte e oeste da Europa. Esta festa, que remonta muitos séculos antes de Cristo, começou em 31 de outubro de cada ano e foi chamada de festival de Samhain, o senhor da morte.

Como parte de sua adoração à Samhain, os sacerdotes druidas construíram grandes fogueiras nas quais tanto seres humanos como animais eram sacrificados. Esta prática bárbara continuou abertamente durante centenas de anos, até Roma conquistar a Bretanha e bani-la.

Anos se passaram, e Roma continuou a conquistar novos territórios aumentando seu poder. O povo de cada nação conquistada não só eram obrigados a tornarem-se cidadãos de Roma, como também se tornarem membros da Igreja Romana. Como você pode imaginar, estes novos “convertidos” pouco se importavam com o cristianismo e continuaram tenazmente agarrados as suas amadas práticas pagãs.

Portanto, uma vez que a Igreja Romana não foi capaz de fazer as pessoas abandonarem os seus festivais pagãos, ela decidiu então “santificar” alguns deles. A celebração druida em honra ao senhor da morte tornou-se o Dia de Todos os Santos, e passou a ser observado por todas as igrejas.

Oficialmente, ela foi proclamada como um dia para se homenagear todos os santos que tinham morrido, conhecidos ou desconhecidos. Mas, na prática, permaneceu o que era verdadeiramente, uma festa pagã do “Dia dos Mortos”.

Ao longo da sua história, o Halloween tem sido lembrado como o momento em que as forças sobrenaturais do mal prevalecem. Anton Lavey, autor de “A Bíblia Satânica” e sumo sacerdote da Igreja de Satanás, diz que o Dia das Bruxas é considerado pelos satanistas e ocultistas o mais importante dia do ano. Ele diz que, nesta noite, a magia e o poder chegam a seu nível mais alto de potência, e que qualquer bruxa ou ocultista que tenha tido dificuldade com algum feitiço ou maldição normalmente podem alcançar o sucesso em 31 de outubro, porque Satanás e os seus poderes estão no auge nesta noite..

Os adivinhos também acreditam alcançar os mais altos poderes no dia de Halloween, uma vez que as pessoas ficam ansiosas para saber o que pode acontecer a elas no próximo ano. Ainda hoje, as previsões de videntes e astrólogos são liberadas logo após o Halloween.

Claramente, os ritos e símbolos deste feriado revelam que este é um dia que glorifica a Satanás. Olhe ao seu redor. Ainda q 31 de outubro esteja distante, você provavelmente poderá ver evidências de que se aproxima o Dia das Bruxas. Fotos de fantasmas, demônios, gnomos, esqueletos, abóboras e máscaras de diabo aparecem nas vitrines das lojas em toda a parte. Filmes de terror são promovidos na televisão e nos cinemas, livrarias passam a dar mais ênfase aos livros que lidam com assuntos sobre a morte e o oculto.

Como cristãos, não devemos estar associados às coisas de Satanás. Cristo nos diz que :

“Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de aborrecer-se de um e amar ao outro, ou se devotará a um e desprezará ao outro…” (Mateus 6:24)

Porque Deus não nos tem dado espírito de covardia, mas de poder, de amor e de moderação. (2 Timóteo 1:7)

Desde o seu início, a festa de Halloween tem jogado sobre o medo que as pessoas sentem. Os celtas acreditavam que na noite de 31 de outubro, demônios, bruxas, e os espíritos de todos aqueles que tinham morrido perambulavam livremente. A maioria das pessoas tinham medo de sair de suas casas nesta noite. Aqueles que tinham realmente que sair usavam máscaras grotescas e fantasias aterrorizantes. Eles acreditavam que se eles estivessem horríveis o suficiente, os espíritos iriam pensar que eram um deles e não lhes fariam qualquer mal!

Como percebemos, o medo faz parte das grandes e modernas comemorações do Halloween. Decorações sombrias, filmes de terror, e casas mal-assombradas causam uma sensação muito real sobre as crianças pequenas. É alguma surpresa a quantidade de jovens que têm tido pesadelos ou estão com medo de ficarem sozinhos no escuro?

Satanás se delicia em preencher as mentes das pessoas com pensamentos de medo, morte e destruição. É uma tática que ele tem utilizado durante séculos para manter a humanidade sob o seu controle.

Deus, por outro lado, deseja dar a paz a Seus filhos. Ele não quer que sejamos paralisados pelos nossos medos. Cristo morreu para nos livrar do pavor da morte.

Visto, pois, que os filhos têm participação comum de carne e sangue, destes também ele, igualmente, participou, para que, por sua morte, destruísse aquele que tem o poder da morte, a saber, o diabo, e livrasse todos que, pelo pavor da morte, estavam sujeitos à escravidão por toda a vida.(Hebreus 2:14-15)

Portanto, quando vocês comem, ou bebem, ou fazem qualquer outra coisa, façam tudo para a glória de Deus. (1 Coríntios 10:31)

Vários dias antes da festa começar, os sacerdotes druidas iam de casa em casa exigindo alimentos ou outros itens que pudessem utilizar em seus cultos a Samhain, o senhor da morte. Se um aldeão se recusasse a dar aquilo que eles queriam, o sacerdote lançaria uma maldição demoníaca sobre a casa. Esta não era uma vã ameaça, geralmente alguém da casa morria no decorrer do ano. É a partir desta prática abominável que o nosso presente de trick-or-treat “Travessuras ou gostosuras” evoluiu.

Embora seja verdade que trick-or-treat “Travessuras ou gostosuras” já não é mais essencialmente sobre maldições, trata-se de gula. As crianças vão de casa em casa, a mercearia enchendo sacolas com doces e, em seguida, voltam para casa com seu grande tesouro consumindo grandes quantidades destas gostosuras.

Mesmo esse elemento do Halloween, que pode parecer inofensivo em comparação aos outros, em nada glorifica a Deus. A Bíblia diz que o corpo é o templo do Espírito Santo. Não devíamos poluir o templo com alimentos que embotem nossas percepções de Deus e nos leve para longe dEle.

E não sejais cúmplices nas obras infrutíferas das trevas; antes, porém, reprovai-as. (Efésios 5:1)

Satanás fica sem dúvida jubiloso ao ver uma grande parte da “nação cristã” comemorando um feriado em sua homenagem, como algo que fosse um inofensivo divertimento. Será que por nossa negligência, estamos contribuindo para o extraordinário poder que Satanás parece ter no dia 31 de outubro?

Não importa quão excitante ou divertido que possa parecer, nenhuma festa de Halloween é para ter cristãos participando. Se verdadeiramente buscamos glorificar a Deus, então como é que podemos dedicar um dia do ano para adorar Satanás? Nós não podemos !

A Bíblia diz:

Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz; (1 Pedro 2:9)


Este texto é uma tradução do artigo: Should Christians Celebrate Halloween? by Debra J. Hicks, publicado no site Amazing Facts. Crédito da Tradução: Blog Sétimo Dia http://setimodia.wordpress.com/

Halloween : a festa de culto ao demônio

31 de Outubro

Os maiores índices de vendas de doces e balas nos EUA e Europa ocorre na época do halloween.
Esta festa teve início no culto ao Diabo realizado por sacerdotes Druídas. Eles faziam sacrifícios humanos com crianças. O dia 1º de novembro foi instituído pelo Papa como Dia de Todos os Santos, em memória às crianças sacrificadas no dia 31 de outubro.
Crê-se que tais sacrifícios são feitos ainda hoje, prova disso é a preocupação das autoridades dos EUA com o alto índice de crianças desaparecidas nesta época.

Há uma prática no halloween americano chamada Fogueira de Ossos… ela fica acesa toda a noite queimando ossos até tornarem-se cinza. A crença druída, rezava que, na noite de 31 de outubro os mortos da família se levantavam e visitavam a casa dos parentes. Se ao chegarem não houvessem guloseimas e manjares preparados para eles, Satanás visitaria aquela casa.


Hoje vemos as crianças de casa em casa pedindo doces, fazendo papel de criatura das trevas. E cada vez que falam “Treats or Tricks?” – “Oferenda ou Travessura?” – estão proferindo “Ou você me dá um doce, ou te amaldiçôo”. As crianças são usadas como veículos de maldição!

As cerimônias, festas, druídas eram realizadas na floresta, em meio a árvores onde eram oferecidos sacrifícios de animais negros, sacrifícios de crianças e eles passavam a noite em orgias sexuais.

Tudo tem uma simbologia:

Cores
- Laranja: cor da velas usadas nas cerimônias com defuntos
- Negro: manto que cobria os mortos

Símbolos


- Abóbora: na Europa era usado um nabo, com um rosto esculpido e uma vela dentro para iluminar o caminho quando andavam pela floresta durante a noite e simbolizava o espírito morto do qual recebiam poder – Joquio. Ao vir para América, o nabo foi substituído pela abóbora e o espírito passou a ser chamado Jack!

- Gato Preto: reencarnação de seres humanos.

O halloween é uma festa Satânica. Para os Satanistas há apenas 3 datas importantes no ano:

1º - o aniversário deles próprios;
2º - 30 de Abril – antiga data do Dia de Finados (hoje 02/11)
3º - 31 de Outubro – halloween
“A feiticeira não deixarás viver. (…) Quem sacrificar aos deuses e não somente ao Senhor será destruído.”  (Exôdo 22:18-20)
“Não se achará entre ti quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; nem encantador, nem necromante, nem mágico, nem quem consulte os mortos, pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao Senhor…”  (Deuteronômio 18:10-12)
“Quanto, porém, aos covardes, aos incrédulos, aos abomináveis, aos assassinos, aos impuros, aos feiticeiros, aos idólatras e a todos os mentirosos, a parte que lhes cabe será no lago que arde com fogo e enxofre, a saber, a segunda morte (morte eterna).” (Apocalipse 21:8)

Todo ano, em outubro, milhões de pais cristãos professos aprovam enviar seus pequenos para as ruas vestidos de duendes, bruxas e fantasmas em um ritual de “Travessuras ou Guloseimas”. Será que este costume é apenas uma noite de inofensivo divertimento e tolice? Ou é um sinistro comando de Satanás para ensinar às mentes dos jovens seus caminhos diabólicos? O que está exatamente, envolvido neste festival onde o jovem e o velho se parecem, vestidos com trajes ridículos? Sobretudo, como deve, um verdadeiro adorador, encarar este costume? Que orientações podemos encontrar na Bíblia para nos ajudar a saber o que o próprio Deus sente sobre isto?

Muito do que acontece no halloween é, muito evidentemente, nada inofensivo. Quando os jovens profanam edifícios, quebram janelas, furam pneus, etc. a maioria deve concordar que é algo muito prejudicial e degradante. Mas que dizer sobre o costume popular do “Travessura ou Guloseimas”? É algo inocente como tantos pais pensam? Para compreender a resposta a esta pergunta, nós devemos primeiramente compreender de onde este festival veio e porque era celebrada originalmente.

A celebração do halloween já era observada por idólatras muito tempo antes da vinda de Cristo. Os sacerdotes druidas da Inglaterra, os romanos, os gregos e outros mantinham um festival de halloween. Não se realizava até muitos séculos após a morte de Jesus e de seus apóstolos, até que a cristandade popular começou a observar tal noite.


No livro “halloween através dos séculos” (Ralph Linton, pg.4), nós encontramos: “O mais antigo halloween foi celebrado pelos druidas em honra a Samhain, “senhor dos mortos”, cuja festa caía em 1º de novembro.”

Na Enciclopédia Britânica (11º ed., Vol. XII, pg. 857-858) lemos: “Era crença druida que na noite deste festival Saman, “senhor da morte”, chamava para junto de si os espíritos malignos que tinham sido condenados a habitar os corpos dos animais nos últimos 12 meses.”

O primeiro dia de novembro foi considerado por muitos povos antigos do norte, como sendo o começo de um ano novo. Neste tempo, quando as folhas estavam caindo e quase todo a folhagem estava desaparecendo, acreditava-se que as almas dos mortos retornavam aos seus lares. Se estes espíritos não encontrassem o alimento e abrigo apropriados ou fossem ofendidos com o que encontravam, a maldição do demônio viria sobre as cidades, vilas, etc.. Sacrifícios eram oferecidos aos mortos nestas ocasiões em várias regiões. Este dia foi chamado de “Noite de todas as almas”. Naqueles dias, o 1º de novembro iniciava-se no pôr-do-sol, correspondendo assim ao cair da noite do nosso atual 31 de outubro.

O DIA DE TODAS AS ALMAS

O costume de comemorar o “Dia de Todas as Almas” pode ser encontrado por todo o mundo. O “Dicionário Padrão de Folclore, Mitologia e Lenda para Temerosos e Gaiatos” nos diz: “Essencialmente, “Todas as Almas” é a adaptação de um costume de abrangência quase mundial de se reservar uma parte do ano (geralmente a última parte) para os mortos. Os babilônicos observavam uma festa mensal de Todas as Almas em que sacrifícios eram feitos por sacerdotes.” No folclore, por James Napier (p. 11) nós lemos:

“Havia uma opinião geral entre todas as nações de que, na morte, as almas de homens bons eram possuídas por espíritos bons e carregadas ao paraíso; mas as almas de homens maus eram deixadas para vaguear no espaço entre a terra e a lua, ou entregues ao mundo espiritual. Estes espíritos vagantes tinham o hábito de assombrar os vivos… Mas havia meios pelos quais estes fantasmas poderiam ser exorcizados.” Esta satisfação poderia ser proporcionada através de presentes e alimento que poderiam ser preparados e oferecidos para eles. O abrigo também deveria ser providenciado para estas almas. De acordo com estas superstições, se você satisfizesse estes espíritos, eles não o incomodariam; entretanto, se não fossem satisfeitos, as maldições do demônio recairiam sobre você.

“Os Astecas do México acreditavam que as almas dos mortos voltavam no décimo segundo mês do ano, que corresponde a nosso novembro. Neste Dia de Todas as Almas as casas eram enfeitadas por fora para dar boas-vindas aos espíritos. Vasilhas de comida e bebida eram preparados numa mesa no cômodo principal, e a família saia com tochas para encontrar-se com os espíritos e convidá-los a entrar. Então, retornando à casa eles se ajoelhavam ao redor da mesa e curvados com seus olhos em terra, rezavam para as almas aceitarem suas ofertas” (Adonis, Frazer, p. 244).

Assim, por todo antigo mundo pagão, nós encontramos um padrão similar para apaziguar ou fazer ofertas e presentes aos mortos. Naturalmente, há diferenças nos métodos, mas a mesmo propósito prevalece em todos.

O PONTO DE VISTA DE DEUS

Neste momento, nós podemos notar que o Deus verdadeiro, Javé (Yahweh), tinha dito ao seu povo para não imitar aos povos pagãos:
“Não aprendais o caminho dos gentios.” (Jeremias 10:2)
Deus tinha lhes dito outra vez:
“Não vos voltareis para os necromantes, nem para os adivinhos; não os procureis para serdes contaminados por eles.” (Levítico 19:31)
Os escritos Hebreus nos dizem muito objetivamente:
“os mortos não sabem coisa nenhuma” (Eclesiastes 9:5)
Não podem voltar e assombrar a vida.
“A alma que pecar, essa morrerá.” (Ezequiel 18:4)
Depois que Cristo veio, seus discípulos, também foram advertidos quanto a imitarem as religiões pagãs.
“Antes, digo que o que eles sacrificam, é a demônios que as sacrificam e não a Deus; e eu não quero que vos torneis associados aos demônios. Não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios; não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demônios” (I Coríntios 10:20-21)
Os primeiros discípulos se recusaram a participar dos rituais pagãos realizados para os mortos. Mas algo aconteceu depois que os apóstolos morreram. Enquanto os primeiros discípulos foram mortos ou morreram, os discípulos gentios caíram afastados da verdadeira adoração. Estes apóstatas começaram a fazer exatamente o oposto do que as escrituras diziam. Adotaram os caminhos dos pagãos. O predito afastamento da verdadeira adoração corrompeu a igreja primitiva. – Mat. 7:22,23; II Pe. 2:1; Atos 20:29,30.

A FALSA ADORAÇÃO INFILTROU-SE NA CRISTANDADE POPULAR

Aproximadamente 100 “CE.”, o imperador Hadrian construiu um templo para honrar o deus pagão, Cybele e outros deuses e divindades romanos. Este templo foi chamado o Pantheon. O Romanos usavam este templo também para honrar seus mortos. Mais tarde, a igreja romana que professava Cristo, tomou conta deste templo. Destruíram suas abominações? Não. Ao invés disto, eles adotaram os caminhos dos romanos pagãos, apenas agora eles usam o templo para rezar para a Vigem Maria e outros santos proclamados.

Treze de maio foi escolhido como um dia especial de oração para as almas dos santos, que se acreditava estarem sofrendo no “Purgatório”. Este dia foi chamado “Dia de Todos os Santos” (All Saints Day).

Em 834 “CE”, a data para esta celebração foi mudada para 1º de novembro. O nome do celebração também foi mudada. É chamada agora de “Todos os Santos” (All Hallow), significando “Todo Santo” (All Holy). “Een” foi adicionado mais tarde como uma contração de “evening” (noite), assim produzindo o termo familiar “halloween”, significando “A Noite Santa”.

Não foi nenhum acidente a igreja romana ter escolhido a data de 1º de novembro. Como já mencionamos, era nesta data que os druidas da Inglaterra, os nórdicos da Escandinávia, e os alemães pagãos mantiveram seu festival “A NOITE DE TODAS AS ALMAS”. A maioria deste povo está agora sob o controle romano. Haviam se tornado “cristãos” no nome, mas aderiram aos costumes pagãos. A fim de acomodar esta situação, a igreja romana decidiu apenas adotar os caminhos pagãos e chamá-los de “cristãos”. Às várias divindades para as quais os pagãos rezavam foram dados nomes de santos da igreja. Pensou-se que fazendo isto os costumes pagãos dos povos poderiam ser pronunciados limpos. Entretanto, os povos no geral eram ainda pagãos no coração. Os sentimentos da adoração pagã remanesceram. Foi apenas chamado de “cristão”.

Esta influência pagã tem diminuído em nossos dias? Note isto: “Em muitos países Católicos a crença de que os mortos retornam neste dia é tão forte que é deixado alimento nas mesas (Tirol, Itália) e as pessoas (França, Itália, Alemanha) ainda decoram os túmulos dos mortos” (“Dicionário Padrão de Folclore, Mitologia e Lenda para Temerosos e Gaiatos” Vol. I, pag. 38). A influência destas crenças pode ser vista em praticamente todas as nações por toda a Terra, hoje em dia, quer sejam cristãos professos ou religiões pagãs.

Atualmente muitas pessoas têm também suas festividades nas quais dão presentes e fazem oferendas aos mortos. No Novo Ano Chinês, você deverá encontrar muitos Budistas Chineses oferecendo presentes e alimento, roupas e dinheiro, queimando-os aos mortos. Supostamente, estes presentes iriam ajudar os mortos na sua jornada. “No Oriente Médio os festivais da morte incluem reuniões familiares e refeições cerimoniais nos túmulos dos ancestrais.


Mexicanos guardam o dia 2 de novembro como o “Dia del Muertos” (Dia dos Mortos) com celebrações em cemitérios, feitas de forma colorida, através do oferecimento de flores, comidas em potes de barro, brinquedos e presentes, além de queimarem velas e incensos – Nova Enciclopédia dos Temerosos e Gaiatos, Edição 1986 , Vol. 10, pag. 146.

E QUANTO AOS DIAS DE HOJE?

Pode uma pessoa que quer agradar a Deus prestar seu tempo e apoio a tal celebração? Pode esta pessoa permitir que suas crianças participe nas atividades populares associadas a este festival pagão? Onde está a ênfase deste dia? Está em desenvolver o fruto do Espírito ou intenta em desenvolver um espírito de “prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções, invejas, bebedices, glutonarias”, etc.? (Gl. 5:19-23). Esta festa promove o amor do Deus Yahweh e de seu Filho, Jesus, ou demônios, bruxos e uma multidão de outras atividades que são diretamente condenadas pela Bíblia?

Outra coisa a ser notada é que festa similar era mantida na Babilônia. Isso indica que o halloween é um produto da “Grande Babilônia” citada em Apocalipse 18:2-4: “Caiu, caiu a Grande Babilônia e se tornou morada de demônios covil de toda espécie de espírito imundo e esconderijo de toda espécie de ave imunda e detestável. Todas as nações tem bebido do vinho e do furor da sua prostituição. Com ela se prostituíram todos os reis da terra. Também os mercadores da terra se enriqueceram às custas da sua luxúria. Ouvi outra voz do céu, dizendo: Retirai-vos dela, povo meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos.”

FRUTOS DO HALLOWEEN

Os frutos da mentalidade “trick-or-treat” (“Travessura ou Guloseima” ou “Maldição ou Oferenda”) tem sido induzir a uma atitude egoísta. A ameaça de uma travessura, a menos que uma oferenda seja recebida remonta a um suborno, a respeito do qual a escritura diz:
“… o suborno corrompe o coração” (Eclesiastes 7:7)
As crianças aprendem que participar de suborno, em certas circunstâncias, é considerado legal e sancionado pelos pais, escolas e igreja populares. A luxúria é oferecida e encorajada a medida que as crianças saem para obter tanto despojo quanto puderem. Inveja e orgulho são colocados a medida que as crianças comparam sua pilhagem, depois de uma noite de suborno. Mas há outra deturpação: a criança que participa do “trick-or-treat” atualmente faz o papel do espírito, fantasma ou duende, do morto que deverá voltar para importunar os vivos se não lhe derem o que ele quer. A oferenda feita a estes mortos, diz a Bíblia, estão sendo feitas, na realidade, à demônios (I Co. 10:20). Você quer que seus filhos sejam representações de demônios? Você quer fazer ofertas a demônios quando esses representantes do demônio vierem a sua porta?

Que outras características a observância desta festa ensina aos jovens?

Uma das mais notáveis características que temos visto é a ganância, a atitude “Eu quero”, que está diretamente em oposição aos princípios Bíblicos (Pv. 15:27). “Fazei pois morrer a vossa natureza terrena [os céus que agora existem e a terra tem sido entesourados para o fogo, estando reservados para o Dia do Juízo e destruição dos homens ímpios - II Pe. 3:7] prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno, e a avareza, que é idolatria”. (Cl. 3:5) “Sabei pois isto: nenhum…avarento, que é idólatra, tem herança no reino de Deus.” Ef. 5:5.

Mas, ainda pior, o costume “trick-or-treat”, atualmente promove violência através da ameaça de uma travessura, se a desejada oferenda não for obtida. Tanto é verdade que uma quantidade muito pequena de crianças, hoje em dia, vão em frente com sua ameaça de “travessura” quando não recebem nada, contudo é impresso em suas mentes que eles estão se impondo a famílias e indivíduos que sentem-se “obrigados” pelo costume a dar a exigência deles, uma “oferenda”. E, por outro lado, muitas crianças que saem para arrecadar doces e guloseimas, pregam peças prejudiciais na época do halloween (Pv. 10:23). Enquanto a maioria destas “peças” são pequenos aborrecimentos, outras freqüentemente consistem em uma ameaça para os alvos individuais destas “travessuras”.

Além disso, o halloween tem mascarado festinhas que dão crescimento a muitos atos de obscenidade, com palavras vulgares e até embriagues e prostituição. O espírito mundano, trabalhando com nossa carne e com as tentações apresentadas pelo mundo o por Satanás, presidem tais eventos, até se estes eventos forem realizados exclusivamente por aqueles que se dizem “cristãos”. Um crente instruído deve procurar conhecer melhor ao invés de favorecer o demônio neste costume. O uso de máscaras em tempos antigos foi também para assustar ou tapear os espíritos dos mortos, para que eles não pudessem prejudicar quem as usava. Assim, muitos orientais usavam uma grotesca máscara no dia de Ano Novo para repelir espíritos demoníacos. Tal indulgência à idolatria não está, certamente, em harmonia com a Palavra de Deus.

Esta claro que os frutos produzidos pelo festival do halloween não são as obras do Espírito de Deus, mas as da carne e do demônio (Gl. 5:19-23). O demônio e este mundo estão trabalhando duro para encontrar uma forma de doutrinar as pessoas a crerem que o certo é errado e o errado é certo.
“Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios escolhidos.” (Mateus 24:24)
“Porque tais são falsos apóstolos, obreiros fraudulentos, transformando-se em apóstolos de Cristo. E não é de admirar, porque o próprio Satanás se transforma em anjo de luz.” (II Corintios 11:13-14)
“E foi expulso o … diabo e Satanás, o sedutor de todo o mundo…” (Apocalipse 12:9)
“Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal; que fazem da escuridão, luz e da luz, escuridão; põe o amargo por doce e o doce por amargo.” (Isaias 5:20)
Uma forma que os demônios usam para atrair é através de diversão e prazeres. “A estultícia dos insensatos é enganadora. Os loucos zombam do pecado…” (Pv. 14:8,9; 15:21; Is. 56:12) O demônio se faz agradável, “um anjo de luz” (II Co. 11:14) e ao mesmo tempo faz do Verdadeiro Deus, Javé (Yahweh) e seu Filho, Jesus, parecerem desmancha-prazeres, opostos a diversão (Gn. 3:4,5) o que, obviamente, não é verdade (Jo. 8:44; Pv.10:22). “Ó provai e vede que o Senhor é bom.” (Sl. 34:8) “Feliz daquele que guarda as suas prescrições e o busca de todo o coração.” (Sl. 119:2)

O inimigo de Deus usará pressão, escolas, nossa família e até igrejas populares a fim de manter o povo de Deus percorrendo seus enganosos caminhos. “O tolo posto em grandes alturas…” (Ec. 10:6) O verdadeiro povo de Deus deve se opor a Satanás, não importa quão inocentemente ele se apresentar. “Sujeitai-vos, portanto, a Deus, mas resisti ao Diabo, e ele fugirá de vós.” (Tg. 4:7; Ef. 4:27; I Pe. 5:8,9).

E se você for um jovem adorador do Deus Vivo, e só agora percebeu que o halloween é uma das obras do demônio? Você estaria disposto a se posicionar contra a pressão dos seus colegas de classe e outros que possam ficar falando para você que é isso é puro divertimento, que não há mal algum nisso, etc.?

jack the lantern

Você se desviaria da idolatria da gula e exaltação de Satanás e dos demônios representados nas máscaras, da “Lanterna de Jack”, etc.? (I Jo. 5:21; II Co. 6:16.). Quando a noite de halloween chegar, o que você vai fazer? Você vai se sentar sozinho em casa naquela noite, pensando que você poderia estar com os outros que estão lá fora coletando guloseimas ou participando de uma festa, fantasiado e mascarado?

Todavia, você dever controlar seu pensamento. Afugente este tipo de pensamento, fazendo planos para a noite de halloween, assim você estará ocupado fazendo alguma coisa, preferivelmente algo na obra do Senhor (I Co. 3:13).

Seus pensamentos podem deixá-lo feliz ou triste. Você pode pensar que está “perdendo” alguma coisa, ou você pode colocar os princípios bíblicos para trabalharem na sua vida. Isto irá fazê-lo muito mais feliz do que as banalidades do mundo.

“Tudo o que é verdadeiro, honesto, justo, puro, amável, se alguma virtude há e se algum louvor existe, nisto pensai.” Isto pode ser difícil, porque é natural querer continuar se comportando e fazendo o que os outros estão fazendo. Mas, não é mais importante pertencer a Deus e a Jesus do que aos amigos do mundo.
“Não tenhas inveja dos homens malignos, nem queiras estar com eles, porque o seu coração maquina violência e os seus lábios falam para o mal.” (Provérbios 24:1-2)
O conselho das Escrituras é ainda mais aplicável hoje do que nos dias dos apóstolos: “Andai no amor, como também Cristo nos amou e se entregou por nós, como oferta e sacrifício a Deus em aroma suave. Mas a impudicícia e toda sorte de impurezas ou cobiça nem sequer se nomeie entre vós, como convém a santos; nem conversação torpe, nem palavras vãs, nem chocarrices, coisas essas inconvenientes; antes, pelo contrário, ações de graças. Sabei pois, isto: nenhum incontinente, ou impuro, ou avarento, que é idólatra, tem herança no reino de Deus. Ninguém vos engane com palavras vãs porque, por essas coisas, vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência. Portanto, não sejais participantes com eles.” Ef. 5:2-7.

Por que não tentar ajudar seus amigos a ver a importância de obedecer a Deus, assim como receber a sua graça quando ele executar o julgamento no dia da sua ira? (Sf. 2:3; Sl. 73:24-28) Partilhe os conhecimentos que agora você tem. Sabemos que isso trará bênção para você e para os outros.

DEZ RAZÕES PELAS QUAIS OS CRISTÃO NÃO DEVEM CELEBRAR O HALLOWEEN

Muitos em nossa sociedade secular acreditam que o halloween é nada mais que um festival inofensivo que permite que as crianças coletem doces. Mas será mesmo? A origem desta mentira está profundamente enraizada no oculto e os cristãos devem se manter longe. Aqui há dez motivos para isso:

- Trinta e um de outubro é, há muito tempo, conhecido como “O Festival da Morte”. As tribos celtas e seus pastores, os Druidas celebravam este dia como o criador da transformação da vida em morte.

Hoje o halloween é, comumente celebrado por adeptos da bruxaria que usam a noite para seus rituais.

- Os bruxos celebram o halloween como “A Festa de Samhain”, a primeira festa do calendário bruxo. Sendo um festival da morte, halloween é uma época que os feiticeiros tentam se comunicar com os mortos através de diversas profecias.

- Cristãos não devem se envolver com práticas ocultistas ou adivinhas (divinatórias). Atente para o mandamento do Senhor contra adivinhações em Deuteronômio 18.

- Ocultistas crêem que halloween é um período de transição entre a vida e a morte. Alguns ocultistas praticam adivinhação e acreditam que você pode aprender os segredos da vida e da sabedoria, deitando-se sobre um túmulo e ouvindo as mensagens do defunto.

- Ocultistas também ensinam que espíritos e fantasmas deixam a sepultura durante a noite e se escondem calorosamente em seus antigos lares. Aldeões, temendo a possibilidade de serem visitados pelas almas dos antigos moradores, fantasiavam-se para amedrontarem os espíritos em seu caminho. Eles também deixavam comida e outras oferendas na estrada. Esta é a real razão pela qual as crianças se vestem com fantasias e vão de porta-em-porta procurando por guloseimas.

- Ocultistas também tentavam espantar os espíritos esculpindo um rosto assustador numa abóbora-moranga. Esta visão horrorosa moveria o espírito para outro lar ou vila e livraria aquela casa da destruição. Algumas vezes os aldeões acediam uma vela e colocavam junto à abóbora, usando-a como lanterna (daí o nome “Lanterna de Jack”). Esta é a origem de se esculpir abóboras no halloween.

- Em algumas convenções de bruxaria, o ritual de encerramento incluía espedaçar (catting) uma maçã ou comprometer-se com ritos de fertilidade. Na Bíblia (Gn. 3) espedaçar um pedaço de fruta trouxe pecado e morte para o mundo. Na bruxaria, espedaçar uma maçã é o símbolo de trazer vida. A prática de pendurar (balançar) uma maçã traz duas tradições pagãs: adivinhação e ritual de fertilidade.

- As escolas estão tirando todo significado religioso do Natal (freqüentemente chamado recesso de inverno) e da Páscoa, chamada feriado de primavera. Não é irônico que a maioria das escolas públicas ainda celebram o halloween, apesar de tão ocultas origens?

- Participar do halloween dá sanção a um feriado que promove bruxaria, adivinhação, casas mal-assombradas, e outras práticas ocultas.

- Cristãos devem se esquivar do halloween e desenvolver alternativas criativas. As igrejas poderiam por exemplo, celebrar o Dia da Reforma Protestante (também no dia 31 de outubro). Não devemos, como cristãos, apoiar nem promover o halloween.

Fonte:  Blog Sétimo Dia